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Poemas Completos

de Herberto Helder
Editor: Porto Editora, novembro de 2014 ‧
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Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

«Poemas Completos» é o novo título para o livro que passa a reunir a poesia de Herberto Helder. Esta obra segue a fixação empregue na edição anterior, «Ofício Cantante», e inclui já os esgotados «Servidões» - considerado por grande parte da crítica especializada como o livro do ano em 2013 - e «A Morte sem Mestre».

Poemas Completos

de Herberto Helder

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04710-6
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: novembro de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 207 x 44 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 760
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 978972004710612
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Imperdível!

Cristiana Lima

Herberto é sempre intemporal e este livro que conjuga toda a sua obra é absolutamente fantástico com a sua poesia sublime.

Uma das grandes antologias da poesia portuguesa

Sofia Micalli

Tudo o que possamos escrever sobre a poesia de Herberto Helder fica aquém daquilo que ela é, uma força maior, uma remoinho de poder que nos envolve quando a lemos. Esta antologia permite-nos ler alguma da poesia difícil de encontrar por estar esgotada há tanto tempo. É belíssima a poesia de Herberto Helder. Belíssima...

Indispensável

Liliana

Este livro é absolutamente indispensável na biblioteca de quem gosta de poesia.

Essencial

Jorge Hilário

Livro absolutamente indispensável em qualquer estante. Reúne títulos anteriormente esgotados como "Servidões" e a "Morte sem mestre". Obra única de um grande, senão o maior poeta português. A Edição também está cuidada, digna do seu nível literário.

Poemas Completos

CA

Para quem aprecia poesia tem aqui um livro único de um poeta intemporal, único, com uma sensibilidade superior, que se lê de um modo envolvente e dificil parar. Com uma poética muito própria um dos melhores poetas portugueses.

Um livro obrigatório

Carlos Manuel Costa Teixeira

Os “Poemas Completos” de um poeta entre os maiores. Pleno de energia e ritmo, de poder imaginativo, inventor de palavras, Herberto Helder na sua genialidade reúne neste livro poemas que não se pode imaginar mais ninguém a escrever. Um livro surpreendente que imediatamente fascina o leitor.

Obrigatório

Carlos Pinto

Uma excelente oportunidade para quem não foi a tempo de adquirir "Servidões" e "A Morte Sem Mestre" dado à inesperada febre especulativa gerada à volta destes títulos em particular e a outros como "Poemacto" e "A Faca Não Corta O Fogo".

Importante

António Baptista

Para quem gosta de poesia não é novidade a importância de Herberto Hélder no panorama português. É essencial para os que não acompanhando a evolução do autor agora o querem descobrir. E vale a pena. Neste livro está tudo, ou quase, do que melhor se faz, em poesia, neste país. Um livro muito importante.

Linguagem

Eduardo Cunha

A sua linguagem poética está muito próxima do universo da Alquimia, da mística, da Mitologia edipiana e da imagem da Mãe

Essencial

João

Colectânea essencial para qualquer leitor assíduo de Herberto. Inclui as duas obras mais recentes do mesmo, Servidões e A Morte Sem Mestre, que rapidamente esgotaram aquando do seu lançamento, e que demonstram a maturidade poética e pessoal de Herberto, numa altura em que começa a arrumar e organizar o produto de toda a sua vida.

SOBRE O AUTOR

Herberto Helder

Herberto Helder nasceu em 1930 no Funchal, onde concluiu o 5.º ano. Em 1948 matriculou-se em Direito mas cedo abandonou esse curso para se inscrever em Filologia Românica, que frequentou durante três anos. Teve inúmeros trabalhos e colaborou em vários periódicos como A Briosa, Re-nhau-nhau, Búzio, Folhas de Poesia, Graal, Cadernos do Meio-dia, Pirâmide, Távola Redonda, Jornal de Letras e Artes. Em 1969 trabalhou como diretor literário da editorial Estampa. Viajou pela Bélgica, Holanda, Dinamarca e em 1971 partiu para África onde fez uma série de reportagens para a revista Notícias. Em 1994 foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa, que recusou. Faleceu em Cascais a 23 de março de 2015, tinha 84 anos.

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