País de Abril
Uma Antologia
SINOPSE
Em O Canto e as Armas há, por exemplo, aqueles quatro versos de «Poemarma» que, decerto, anunciam o primeiro comunicado da Revolução:
«Que o poema seja microfone e fale
uma noite destas de repente às três e tal
para que a lua estoire e o sono estale
e a gente acorde finalmente em Portugal».
Mas, também, em «Lisboa perto e longe», a estrofe que canta, sete anos antes, Lisboa na rua, de cravo vermelho na mão, no Primeiro de Maio de 1974:
«Lisboa tem um cravo em cada mão
tem camisas que Abril desabotoa
mas em Maio Lisboa é uma canção
onde há versos que são cravos vermelhos
Lisboa que ninguém verá de joelhos.»
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722054508 |
| Editor: | Dom Quixote |
| Data de Lançamento: | março de 2014 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 158 x 210 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 96 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789722054508 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Abril, país de poetas
Valeriano Varela
Manuel Alegre, sempre. Este livro transporta-me para muito longe, para ao pé do fado. Declamar Alegre é obrigatório e eu faço-o com toda a minha força. A força necessária para tornar abril sempre presente, principalmente para alguns que teimam em esquece-lo. Acima de tudo ensinou-me a dizer não. Com o devido respeito.
O vento que traz notícias do meu país
Emanuel
Nada melhor que País de Abril para encher a alma com o espírito da liberdade. A poesia simples e curta, sonora e com significado torna a leitura muito apelativa e o livro devora-se num instante. Para ler e reler.
Maravilhosa antologia
Maria de Lemos
É surpreendente como tantos anos antes do 25 de Abril o poeta Manuel alegre escreveu estes poemas que anunciam um tempo que só chegaria em 1974. E é ainda um gosto ler muitos estes poemas que já conhecíamos de ouvir cantar. Como a "Trova do Vento que passa" entre outros. Recomendo com entusiasmo.
Poesia de "intervenção".
Samuel Rodrigues Tomé
São poemas na sua grande maioria curtos, e que nos trazem o país oprimido pela ausência de liberdade de expressão e os ventos da guerra (como a famosíssima “Trova do Vento que Passa”). Ler tudo em: http://aminhaleituras.blogspot.pt/2014/04/pais-de-abril-de-manuel-alegre.html
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