Os Melhores Contos de Edgar Allan Poe

de Edgar Allan Poe
Editor: Saída de Emergência, setembro de 2017 ‧
24,40€
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Quem foi Edgar Allan Poe? Um bardo tocado pelos deuses ou nada mais do que um homem atormentado pela loucura e pobreza e que desapareceu misteriosamente nos últimos dias antes da sua morte?

As histórias que deixou para trás mostram como o seu génio literário não se detinha perante nada. Abriu novos caminhos de ficção e tornou-se assim pai de histórias de detetives, pioneiro na ficção científica, um mestre do suspense e horror.

Reconhecido como uma das vozes mais influentes e inspiradoras do século XIX, a presente edição especial convida-o a apreciar 28 dos melhores contos do autor ilustrados por artistas nacionais, dando a conhecer o legado de Edgar Allan Poe a novas gerações.

Os Melhores Contos de Edgar Allan Poe

de Edgar Allan Poe

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897730757
Editor: Saída de Emergência
Data de Lançamento: setembro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 164 x 236 x 34 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 496
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789897730757

Óptima antologia

Raimundo Noras

Excelente antologia de E. A Poe, neste caso foi-me muito útil para um presente, dado que já conhecia a edição. Para além de se tratar de um autor "clássico", cuja mestria dispensa comentários, refira-se o cuidado no design e grafismo desta edição em particular.

Crú, negro, macabro, arrepiante, apaixonante!

Ana Filipa dos Santos

Ler os contos de Edgar Allan Poe, é viajar à época vitoriana, em sépia, num ambiente gótico, tal como a sua escrita, com um ´´quê´´ de romântico. A sua escrita inebriante vicia, agarra-nos, mesmo que com descrições mais macabras ou impressionantes. É um fantasiar com a morte, o oculto, o obscuro, como que se de algo agradável se tratasse. Edgar Allan Poe é mistério, ficção, romance, terror, preto, sépia, sofrimento, vícios, crime, camisas de renda preta, corvos a pairar na nossa imaginação. É o arrepio na espinha antes de dormir que nos faz não querer apagar a luz. É frio, crú, negro, cinza. A edição ilustrada faz o leitor embrenhar-se mais na história à medida que observa os desenhos, que materializam a imaginação um pouco mais. Daqueles livros de ter na estante, de passar de geração em geração, sempre com o segredo por detrás das suas histórias a pairar sobre ele. Adorei!

Muito bom

Maria Oliveira

Com uma edição muito bonita, gostei muito dos contos e das ilustrações que os acompanham.

Fantástico

Patrícia

Tudo o que estava à espera, simplesmente fantástico.

Excelentes ilustraçoes

Susana

Já tinha o livro do Lovecraft da mesma coleçao que gostei muito e decidi comprar tb este mas com os contos de Edgar Poe. Livro muito bonito capa dura com os melhores contos de Edgar Poe de mistério que gosto muito e com o bónus de termos ilustrações de artistas portugueses. Ambos os livros valem a pena ler e desfrutar o mundo de mistério.

Absolutamente Fantástico

Sara Mendes

Uma compilação fantástica dos contos de Edgar Allan Poe, as ilustrações são lindíssimas e o facto de ser de capa dura torna-o ainda mais bonito. Mais que aconselhável a fãs e uma excelente obra para quem quer começar a familiarizar-se com o autor.

Excelente edição

Matilde S.

Edição espetacular, muito bem feita e com excelentes ilustrações de artistas portugueses, dos contos do grande mestre do terror!

Envolvente

G. Neves

Uma compilação dos melhores contos, que nos levam ao mundo de Allan Poe. Uma leitura excelente para quem gosta do estilo literário, acompanhada de belas ilustrações

Um clássico fabuloso

António Durães

Apesar de já ter alguns livros de Edgar Allan Poe não resisti a esta edição pois contém ilustrações fabulosas que nos envolvem ainda mais no estranho mundo do autor. É um livro que se devora rapidamente com contos fantásticos. Vale a pena.

Ótimo

E.M

Adorei e um bom livro para quem gosta de contos um pouco diferentes do normal.

SOBRE O AUTOR

Edgar Allan Poe

Escritor norte-americano nascido a 19 de janeiro de 1809, em Boston, e falecido a 7 de outubro de 1849. Filho de dois atores de Baltimore, David Poe Junior e Elizabeth Arnold Poe, ficou órfão com apenas dois anos de idade e desde cedo aprendeu a sobreviver sozinho. Foi adotado por uma família de comerciantes ricos de Richmond, de quem recebeu o apelido Allan.
Entre 1815 e 1820, a família Allan viveu em Inglaterra e na Escócia, onde Poe recebeu uma educação tradicional, regressando depois a Richmond. Poe foi para a Universidade da Virgínia em 1826, onde estudou grego, latim, francês, espanhol e italiano, mas desistiu do curso onze meses depois por causa do seu vício do jogo e do álcool. Resolveu então ir para Boston, onde publicou em 1827 um fascículo de poemas da juventude de inspiração byroniana, Tamerlane and Other Poems.
Em 1829 publicou o seu primeiro volume de poemas, com o título Al Aaraaf, Tamerlane and Minor Poems, onde se denota a influência de John Milton e Thomas Moore. Foi então para Nova Iorque, onde publicou outro volume, contendo alguns dos seus melhores poemas e onde se evidencia a influência de Keats, Shelley e Coleridge.
Em 1835 estreou-se como diretor do jornal Southern Literary Messenger, em Richmond, onde se tornaria conhecido como crítico literário, mas veio a ser despedido do seu cargo alegadamente por causa do seu problema da bebida. O álcool viria aliás a ser o estigma que marcaria toda a sua vida até à morte. Casou-se nesse mesmo ano com a sua prima de apenas treze anos, Virgínia Clemm, e o casal resolveu então instalar-se em Nova Iorque, onde não chegou a permanecer muito tempo. Foi em Filadélfia que Poe alcançou fama através de vários volumes de poemas e histórias de mistério e de terror. Em 1838 escreveu The Narrative of Arthur Gordon Pym (A Narrativa de Arthur Gordon Pym), obra de prosa em que combinou factos reais com as suas fantasias mais insanes. Em 1839 tornou-se codiretor do Burton's Gentleman's Magazine em Filadélfia, e nesse mesmo ano escreveu várias obras que o tornaram famoso pelo seu estilo de literatura ligado ao macabro e ao sobrenatural. São elas William Wilson e The Fall of the House of Usher (A Queda da Casa de Usher). A primeira história policial surgiu apenas em 1841, na revista Graham's Lady's and Gentleman's Magazine, sob o nome The Murders of the Rue Morgue (Os Crimes da Rue Morgue), e em 1843 Poe recebeu o seu primeiro prémio literário com a obra The Gold Bug. Em 1844 regressou a Nova Iorque e tornou-se subdiretor do New York Mirror. Na edição de 29 de janeiro de 1845 deste jornal surgiu o poema The Raven (O Corvo), com o qual Poe atingiu o auge da sua fama nacional.
Dois anos mais tarde morre a sua mulher Virgínia, mas Poe volta a casar, com Elmira Royster, em 1849. Porém, antes disso, Poe publica Eureka, uma obra que deu azo a muita contestação por parte de alguns críticos da época e que é considerada uma dissertação transcendental sobre o universo, muito louvada por uns e detestada por outros.
É de regresso à terra natal do seu pai que Poe começa a apresentar indícios de que o problema do alcoolismo já era de certo modo irreversível. De facto, ele esteve na origem da morte do poeta. A obra de Poe é o espelho da sua vida conturbada e dos seus hábitos e atitudes antissociais, que o levavam a ter uma escrita que ia para além dos padrões convencionais. Se por um lado foi vítima de certas circunstâncias que estavam para além do seu controle, como foi o facto de ter ficado órfão aos dois anos de idade, por outro fez-se escravo de um problema - o álcool - que agravaria a sua personalidade já de si inconstante, imprevisível e incontrolável.

Edgar Allan Poe. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009.

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