Os Maias

de Eça de Queiroz
Editor: Livraria Civilização Editora, junho de 2013 ‧
Uma das obras mais conhecidas de Eça de Queirós, Os Maias, publicado inicialmente em 1888, conta a história de uma família ao longo de três gerações. No outono de 1875, Afonso da Maia instala-se em Lisboa, no Ramalhete, na companhia do neto, Carlos, acabado de se formar em Medicina. Após várias aventuras amorosas, Carlos da Maia conhece Maria Eduarda, com quem começa uma relação. Mas o passado de ambos esconde um terrível segredo…

Os Maias

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722636124
Editor: Livraria Civilização Editora
Data de Lançamento: junho de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 209 x 41 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 600
Tipo de produto: Livro
Coleção: Novos Clássicos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722636124

Um clássico

Miguel Sampaio

Este livro é imprescindível para quem gosta de literatura portuguesa em geral e Eça de Queiroz em particular! A capa com mais moderna fica muito bem junto do resto da colecção Novos Clássicos

Um clássico

Miguel S.

Este livro é imprescindível para se ter na colecção, um autêntico clássico da literatura portuguesa! Esta edição em particular está muito bem conseguida, com um toque moderno no design da capa. Infelizmente, sendo uma capa de cartão é ligeiramente mais susceptível a danos.

Clássicos

deliciasalareira.blogspot.pt

Dizem que "Os Maias" é a melhor obra de Eça de Queirós. Ainda não li o suficiente para comparar, mas não me custa a acreditar que seja verdade. Fala-se muito sobre a obra, muitas vezes de forma negativa, mas quem lhe der uma oportunidade não se vai arrepender. Sim, algumas passagens são um pouco mais aborrecidas, como a descrição do Ramalhete, mas todos os livros têm momentos assim. É uma excelente leitura e espero um dia mais tarde reler

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal Distrito de Évora, em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU