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O Terrorismo Ocidental

De Hiroxima à guerra dos drones

de Noam Chomsky
Editor: Nova Delphi, setembro de 2016 ‧
14,90€
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Após testemunhar e analisar múltiplos conflitos atrozes, invasões e guerras em todos os continentes, fiquei convencido de que a grande maioria era planeada ou provocada por interesses geopolíticos ou económicos do Ocidente. E que a «informação» sobre esses acontecimentos sangrentos e sobre o destino dos seres humanos que os impérios coloniais têm vindo a exterminar e a sacrificar levianamente era grotescamente limitada e distorcida.
As pessoas que não habitam no território europeu, nos Estados Unidos e nuns poucos países asiáticos foram descritas por George Orwell como «impessoas», uma expressão que o Noam também gosta de usar sarcasticamente. Após um exame mais atento, torna- -se claro que os milhares de milhões de «impessoas» constituem, na realidade, a maior parte da raça humana.

O Terrorismo Ocidental

De Hiroxima à guerra dos drones

de Noam Chomsky

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897470448
Editor: Nova Delphi
Data de Lançamento: setembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 211 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Coleção: Pandora
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
Livros em Português > Política > Política Internacional
EAN: 9789897470448

SOBRE O AUTOR

Noam Chomsky

Noam Chomsky, tem sido, ao longo de mais de quatro décadas, um proeminente linguista e um destacado ativista político. Nasceu em 1928, em Filadélfia, na Pensilvânia, de uma família de Judeus emigrados da Rússia. Com os pais conheceu desde cedo o interesse pelas questões linguísticas e pelos problemas políticos, nomeadamente quanto às diferentes posições da resistência judaica ao nazi-fascismo. Em 1945 matricula-se na Universidade de Filadélfia. Manifesta-se contra a criação do estado judaico na Palestina, prevendo a marginalização da população árabe. Chega a pensar em abandonar os estudos, para ir para a Palestina dedicar-se à cooperação socialista entre árabes e judeus. As suas simpatias socialistas orientam-se no sentido do movimento operário cooperativo, de tendência libertária. Na investigação linguística, Chomsky cedo se apercebe das limitações do estruturalismo americano, e lança as bases da mais profunda revolução da Linguística moderna, com amplas consequências para as Ciências Cognitivas. A partir do início da década de 60, participa com frequência no debate público sobre temas políticos, designadamente a ação externa nos EUA, a colaboração dos intelectuais com a política oficial ou o conflito israelo-árabe, o que frequentemente lhe valeu, para além do ódio por parte da grande imprensa, variadas perseguições que chegaram à tentativa de agressão física. Uma primeira coletânea dos seus escritos políticos, "O poder americano e os novos mandarins", publicado em 1969, constitui uma peça essencial na avaliação da intervenção dos EUA na Ásia, nomeadamente no Vietname.

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