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O Spleen de Paris

LIvro de Bolso

de Charles Baudelaire
Editor: Biblioteca Editores Independentes / Relógio D’Água, fevereiro de 2008 ‧
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Esta é uma nova tradução de Le Spleen de Paris, de Charles Baudelaire, obra editada em 1869, ou seja, dois anos depois da morte do autor. Baudelaire concebeu-a como uma série de poemas complementar de Les Fleurs du Mal ou, como escreveu em 1863, «pour servir de pendant» às Fleurs.
O Spleen de Paris ilustra a concepção da poesia de Baudelaire. Para ele o poeta é o «solitário, dotado de uma imaginação activa, sempre viajando através do grande deserto de homens», tendo «um objectivo mais alto que o de um puro flâneur, um objectivo mais geral, que não o prazer fugidio da circunstância».
Mais precisamente, o poeta é para Baudelaire aquele que procura qualquer coisa a que se poderia chamar «modernidade», retirando «da moda o que ela pode conter de poético no histórico» e extraindo «o eterno do transitório.»

O Spleen de Paris

LIvro de Bolso

de Charles Baudelaire

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727089857
Editor: Biblioteca Editores Independentes / Relógio D’Água
Data de Lançamento: fevereiro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 121 x 195 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789727089857

Compreender a época

Raquel

É deixar-nos contagiar pela atmosfera destes poemas-prosa e compreender uma época através de Baudelaire.

Grande poeta! Grande livro!

Madalena R. Silva

Charles Baudelaire é o grande poeta francês. O livro de pequenos poemas em prosa ´O Spleen de Paris` contém a melancolia, o tédio, o vaguear de divagações do poeta sem restrições formais, é a continuidade de ´As Flores do Mal`. Nenhum dos livros a perder pela sua beleza tão inquietante.

SOBRE O AUTOR

Charles Baudelaire

Baudelaire nasceu em Paris a 9 de abril de 1821, filho de François Baudelaire e da jovem Caroline. Após a morte do marido em 1827, esta desposou o comandante Aupick, mais tarde general e embaixador francês em Espanha, com quem Baudelaire cedo se incompatibilizaria. Ao atingir a maioridade reivindica a herança paterna, que irá desbaratar, consome ópio e haxixe (experiência que está na origem de Os Paraísos Artificiais, de 1860) e relaciona-se com a atriz Jeanne Duval. Conhecido principalmente pela sua poesia, Baudelaire também fez crítica literária e artística, ensaio, novelas e traduções, das quais se destaca uma parte substancial da obra de Edgar Alan Poe. Ficaram para as posteridade os seus livros O Pintor da Vida Moderna (1863), a obra póstuma O Spleen de Paris (1869) ou As Flores do Mal (1857), obra-prima da poesia moderna que escandalizou a sociedade francesa da época e condenou o autor ao banco dos réus. Com uma saúde já fragilizada pela sífilis, Baudelaire ficará paralisado após uma queda na igreja de St. Loup, acabando por morrer anos mais tarde, a 31 de agosto de 1867.

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