O Rapaz que Venceu Salazar

de J. F. Matias
Editor: Marcador, novembro de 2015 ‧
A AVENTURA IMPROVÁVEL DE QUATRO AMIGOS QUE QUISERAM DERRUBAR A DITADURA

Na década de 1960, numa pequena vila alentejana, quatro amigos encontram-se secretamente para jogar à sueca, comer, beber e ouvir a Rádio Moscovo e a BBC. Zé Maria, Carapau, Tonico e Martinho Lutero discutem política, gastronomia, mulheres e a vida. Sem que o saibam, há um espião que regista tudo o que dizem, pondo o grupo em perigo num tempo em que a ditadura, abalada por uma guerra colonial e pelas tentativas de derrube do regime, começa a apertar o cerco com a ação dos informadores e dos agentes da PIDE.

EM TEMPOS DE DITADURA, UMA CRIANÇA OUSOU ENGANAR A PIDE

Um romance pleno de humor e de ternura sobre a vivência da ditadura e da Guerra Colonial numa pequena vila do interior alentejano, e sobre as criativas formas da subversão possível de quem nunca se rendeu. É também a interrogação de uma geração sem saudosismos nem ilusões sobre o testemunho que deixou desse tempo e sobre o tempo que lhe sucedeu. Capta magistralmente o espírito de uma época numa história com ecos de policial, em que os pequenos eventos e a vida quotidiana de uma vila perdida no mapa se tornam grandiosos, tecendo assim um retrato sobre a amizade e a dignidade, mas também celebrando aqueles que, anónimos, e arriscando perder tudo, tentaram ser livres.

O Rapaz que Venceu Salazar

de J. F. Matias

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897541995
Editor: Marcador
Data de Lançamento: novembro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 233 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248
Tipo de produto: Livro
Coleção: Marcador Literatura
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897541995

Uma agradável surpresa

Emília Barros

Uma história bem contada, muito agradável e interessante. Não conhecia o autor mas fiquei fã.

SOBRE O AUTOR

J. F. Matias

J. F. Matias é um moçambicano das serranias, beirão dos trópicos, tinha 20 anos no 25 de Abril. Gostava de poesia, mas estudou economia. Paciência! Cidadão do mundo, que percorreu vendendo coisas várias, encontrou um dia, num hotel de Frankfurt, um afegão enfezado que vendia tapetes e reviu-se nele. Foi aí que, já tendo feito filhos e plantado árvores, decidiu que um dia escreveria um livro, ainda que ninguém o lesse, e aconselhou o afegão a fazer o mesmo.
Orgulhoso o suficiente para escrever, humilde quanto baste para perceber que ao leitor o que mais interessa é o livro, pouco lhe importando quem o escreveu.

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