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O Primo Basílio

de Eça de Queirós
Editor: Porto Editora, novembro de 2010 ‧
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Escrito em Inglaterra, O Primo Basílio, publicado em 1878, é um romance de costumes da média burguesia lisboeta e uma sátira moralizadora ao romanesco da sociedade da época.
Luísa é uma vítima das suas leituras negativas e da baixeza moral do primo, quando a ausência do marido a deixou entregue ao seu vazio interior. É uma vítima do ócio.
Eça sugere artisticamente os traços psicológicos das várias figuras da obra com os seus dramas, que de forma alguma enfraquecem o clima trágico, denso, do drama da heroína.

Lilaz Carriço, in Literatura Prática II, Porto Editora (adaptado)

O Primo Basílio

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04960-5
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: novembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 456
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos Porto Editora
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972004960513
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

5 estrelas

Inês Saraiva

Das únicas obras que tive de ler no secundário e que li mesmo... e gostei! É português e clássico o que na maioria das vezes significa que é maçante, mas neste caso não. Mesmo fora do ambiente escolar, recomendo a sua leitura.

Adorei

CelinaR

Um clássico que ainda não tinha lido. Muito fácil leitura e cativante, uma história que ainda faz sentido nos dias de hoje ... muito bom

Fantástico

Jorge Jesus

Eça sendo Eça. Escrita característica de Eça de Queirós, com a habitual critica social, mordaz q.b. para nos recordar que a sociedade sempre teve questões pertinentes e de certa forma atuais. Para quem adorou Os Maias, Cidade e as Serras, este título não desiludiu. Eça nunca desilude. Recomendo vivamente.

Uma obra que nos prende

António Durão Inácio

Eça critica, nesta sua obra, a burguesia lisboeta do século XIX e em particular a instituição casamento. Muito interessante a forma como Eça vai construindo uma teia à custa de pormenores, aqui e ali, até que prende completamente o leitor ao enredo. Na parte final do livro, é impossível largá-lo, torna-se quase "viciante". Aconselho vivamente a leitura desta obra maravilhosa, nesta edição, com formato, qualidade de impressão e preço, excelentes.

Intemporal!

Pedro Aniceto

A história de sempre, para sempre. Obrigatório. O livro, excelentes acabamentos e qualidade de impressão no tamanho e peso exacto para um fácil manuseio.

Mesmo

Catarina Gomes

É do mesmo estilo dos Maias. P'ra quem goste....

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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