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O Primeiro Barco

de José Saramago; Ilustração: Amanda Mijangos
Editor: Porto Editora, setembro de 2023 ‧
14,40€
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
«O mar é o universo perto de nós.»
A 3 de Outubro de 1996, a pedido de uns amigos que querem publicar uma coleção de livros sobre o mar, José Saramago ensaia no quarto dos seus Cadernos de Lanzarote o prefácio da reedição de José, de Armando Palacio Valdés: a história de um homem que, antes de se lançar pela primeira vez ao mar, no primeiro barco, reflete sobre a imensidão azul à sua frente.
Com ilustrações cativantes de Amanda Mijangos, esta é uma história belíssima e inspiradora, que reflete toda a generosidade e mestria de José Saramago.

O Primeiro Barco

de José Saramago; Ilustração: Amanda Mijangos

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-72820-3
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: setembro de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 215 x 287 x 8 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 32
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 9-11 anos > Literatura
EAN: 978972072820310
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Leve

Catarina P

Saramago dizia não sabia escrever livros para crianças, mas soube bem escrever! São todos maravilhosos!

SOBRE O AUTOR

José Saramago

Prémio Nobel de Literatura, 1998

Autor de mais de 40 títulos, José Saramago nasceu em 1922, na aldeia de Azinhaga.
As noites passadas na biblioteca pública do Palácio Galveias, em Lisboa, foram fundamentais para a sua formação. «E foi aí, sem ajudas nem conselhos, apenas guiado pela curiosidade e pela vontade de aprender, que o meu gosto pela leitura se desenvolveu e apurou.»
Em 1947 publicou o seu primeiro livro que intitulou A Viúva, mas que, por razões editoriais, viria a sair com o título de Terra do Pecado. Seis anos depois, em 1953, terminaria o romance Claraboia, publicado apenas após a sua morte.
No final dos anos 50 tornou-se responsável pela produção na Editorial Estúdios Cor, função que conjugaria com a de tradutor, a partir de 1955, e de crítico literário.
Regressa à escrita em 1966 com Os Poemas Possíveis.
Em 1971 assumiu funções de editorialista no Diário de Lisboa e em abril de 1975 é nomeado diretor-adjunto do Diário de Notícias.
No princípio de 1976 instala-se no Lavre para documentar o seu projeto de escrever sobre os camponeses sem terra. Assim nasceu o romance Levantado do Chão e o modo de narrar que caracteriza a sua ficção novelesca. Até 2010, ano da sua morte, a 18 de junho, em Lanzarote, José Saramago construiu uma obra incontornável na literatura portuguesa e universal, com títulos que vão de Memorial do Convento a Caim, passando por O Ano da Morte de Ricardo Reis, O Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a Cegueira, Todos os Nomes ou A Viagem do Elefante, obras traduzidas em todo o mundo.
No ano de 2007 foi criada em Lisboa uma Fundação com o seu nome, que trabalha pela difusão da literatura, pela defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, tomando como documento orientador a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Desde 2012 a Fundação José Saramago tem a sua sede na Casa dos Bicos, em Lisboa.
José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel de Literatura em 1998.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou postumamente, a 16 de novembro de 2021, José Saramago com o grande-colar da Ordem de Camões, pelos "serviços únicos prestados à cultura e à língua portuguesas", no arranque das comemorações do centenário do nascimento do escritor.

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