O Paraíso na Outra Esquina

de Mario Vargas Llosa
Editor: Dom Quixote, junho de 2011 ‧
Onde se encontra o Paraíso? Na construção de uma sociedade igualitária ou no retorno ao mundo primitivo? Duas vidas: a de Flora Tristán, que põe todos os seus esforços na luta pelos direitos da mulher e dos operários, e a de Paul Gauguin, o homem que descobre a sua paixão pela pintura e abandona uma existência burguesa para viajar para o Tahiti em busca de um mundo não contaminado pelas convenções. Duas concepções do sexo: a de Flora, que só vê nele um instrumento de domínio masculino, e a de Gauguin, que o considera uma força vital imprescindível posta ao serviço da sua criatividade. Que têm em comum estas duas vidas desligadas e opostas, à parte o vínculo familiar por ser Flora a avó materna de Gauguin? É isto que Mario Vargas Llosa põe em relevo neste romance: o mundo de utopias que foi o século XIX. Um vínculo entre duas personagens que optam por modelos de vida opostos que revelam um desejo comum: alcançar um Paraíso onde seja possível a felicidade para os seres humanos.

O Paraíso na Outra Esquina

de Mario Vargas Llosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722025317
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: junho de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 230 x 20 mm
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ficção Universal
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722025317

SOBRE O AUTOR

Mario Vargas Llosa

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2010

Mario Vargas Llosa (1936-2025) nasceu em Arequipa, no Peru. Em 1959 abandona o seu país e, graças a uma bolsa, ingressa na Universidade Complutense de Madrid, onde faz provas de doutoramento, fixando-se de seguida em Paris. Sempre próximo da penúria, foi locutor de rádio, jornalista e professor de espanhol. Regressa ao Peru em 1964 e casa no ano seguinte com a sua prima Patrícia, com quem parte para a Europa em 1967, tendo vivido até 1974 na Grécia, em Paris, Londres e Barcelona – após o que volta novamente ao Peru. Em Lima pode, finalmente, dedicar-se em exclusivo à literatura e ao jornalismo, nunca abandonando a intervenção política. Depois de uma candidatura à presidência da República, fixou-se em Londres e, nos últimos anos, viveu entre Paris e Madrid, escrevendo romances e ensaios literários, percorrendo o mundo como professor visitante em várias universidades. Entre os muitos prémios que recebeu contam-se o Rómulo Gallegos (1967), o Príncipe das Astúrias (1986) ou o Cervantes (1994). Foi distinguido com o Prémio Nobel da Literatura em 2010. É um dos romancistas e ensaístas mais importantes da América Latina e um dos principais escritores da sua geração.

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