20% de desconto

O Banqueiro Anarquista e Outros Contos

de Fernando Pessoa
Editor: Relógio D'Água, maio de 2014 ‧
10,00€
8,00€
20% DESCONTO IMEDIATO
EM STOCK -
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Reúnem-se aqui ao conto O Banqueiro Anarquista (1922) dois outros, Um Jantar Muito Original (1907) e A Porta (1906-7), ambos escritos em inglês sob o precoce heterónimo Alexander Search.

O Banqueiro Anarquista e Outros Contos

de Fernando Pessoa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896413743
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: maio de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 235 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 88
Tipo de produto: Livro
Coleção: Letra Pessoana
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789896413743

«O Banqueiro Anarquista» o anarquismo individualista

Ana Filipa Silva

Fernando Pessoa escreve maravilhosamente bem, transferindo do papel para a nossa alma sensações e emoções que de outra forma seriam muito difíceis de ter. Ao contrário de Portugal em que os alunos pouco lêem livros de Filosofia, nos países anglo-saxónicos, a Filosofia é leccionada nas universidades o que, a par da maturidade dos alunos, lhe confere uma base intelectual, legitimando-a como saber. Ler as obras de Fernando Pessoa e em particular «O Banqueiro Anarquista e outros Contos» requer do leitor uma base intelectual, uma elevada maturidade para o seu entendimento. E, na minha opinião, uma excelente forma de começar a ler a prosa de Pessoa.

Os Contos de Pessoa

Rui Proença Martins

Apesar de ofuscados pela grandiosidade da sua obra poética, os contos de Fernando Pessoa merecem uma atenção muito especial, demonstrando que, também como contista, Pessoa detinha uma criatividade sem limites. Em boa hora, estes textos passaram a ser incluídos no Plano Nacional de Leitura.

SOBRE O AUTOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU