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O Aniversário da Infanta

de Oscar Wilde
Editor: Porto Editora, Janeiro de 2015 ‧
8,85€
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EM STOCK -
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 5.º ano de escolaridade.

O Aniversário da Infanta
Uma princesa muito bela mas mimada, toureiros, contorcionistas, ciganos e um pequeno anão, são apenas alguns dos personagens deste conto admirável.

A história passa-se na corte espanhola, no dia de aniversário da Infanta. O leitor é conduzido ao longo da ação e dos espaços até um fim inesperado e ao qual é impossível ficar indiferente.

A coleção Educação Literária reúne obras de leitura obrigatória e recomendada no Ensino Básico e Ensino Secundário e referenciadas no Plano Nacional de Leitura.

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O Aniversário da Infanta

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-72718-3
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: Janeiro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Coleção: Educação Literária
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros Infantis de Ficção
EAN: 978972072718315
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Pequeno em tamanho, rico em conteúdo

MM

Uma crítica social bem ao estilo de Óscar Wilde. Passa-se numa sociedade aristocrata, mas a sua mensagem poderia ainda enquadrar-se em muitos contextos do mundo contemporâneo.

Do livro

Ândria

Eu amai ler o livro li três vezes

Excelente Livro

Sónia Santos

Esta bela narrativa faz-nos refletir sobre o que é a nossa percepção do belo, é uma excelente crítica à sociedade daqueles tempos. Vale a pena ler.

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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