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Noção e Objecto da Economia Política

(4ª Edição Revista)

de António Avelãs Nunes
Livro eBook
Editor: Edições Almedina, maio de 2020 ‧
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"O economista perfeito - escreveu Keynes - deve possuir uma rara combinação de predicados. Ele tem que ser, de algum modo, matemático, historiador, homem de estado, filósofo. Deve contemplar o particular em termos do geral, e tocar o abstracto e o concreto na mesma linha de raciocínio. Deve estudar o presente à luz do passado, tendo em vista o futuro. Nenhum aspecto da natureza humana ou das suas instituições deve ficar inteiramente fora da sua observação. Deve ser simultaneamente comprometido e desinteressado; tão distante e incorruptível como um artista, embora por vezes tão próximo da terra como um político."

A ciência económica foi, ao longo de dois séculos, uma ciência ‘política’ (o mercado é uma instituição política…). Não pode ser vista como uma ‘técnica’, porque os problemas que se colocam à ciência económica não são problemas técnicos, mas problemas políticos. A ciência económica tem que assumir-se como Economia Política.

Noção e Objecto da Economia Política

(4ª Edição Revista)

de António Avelãs Nunes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724084343
Editor: Edições Almedina
Data de Lançamento: maio de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 162 x 238 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 312
Tipo de produto: Livro
Coleção: Monografias
Classificação Temática: Livros em Português > Direito > Direito Económico
EAN: 9789724084343

SOBRE O AUTOR

António Avelãs Nunes

António Avelãs Nunes no ano letivo de 1961/62, enquanto estudante, foi Diretor da Via Latina, considerada pelas Associações de Estudantes do País como o jornal de todos os estudantes portugueses.

Concluída a licenciatura em Direito em 1962, viu recusada por motivos políticos a entrada na carreira da magistratura. Cumprido o serviço militar obrigatório, foi contratado como Segundo Assistente da FDUC, após mais um ano de espera da autorização da Pide.

Antes do 25 de Abril, integrou a Redação da revista Vértice (revista à qual se mantém ligado até hoje) e proferiu conferências em várias localidades do País, inseridas na luta dos intelectuais portugueses contra o fascismo. Depois da Revolução dos Cravos, integrou, como Secretário de Estado, os cinco primeiros Governos Provisórios, saindo do Governo quando Vasco Gonçalves deixou de ser Primeiro-Ministro.

Tendo feito a sua primeira Pós-Graduação com uma tese sobre Direito das Sociedades Comerciais (1967), doutorou-se em Ciências Económicas em 1984, tendo feito toda a sua carreira académica na Faculdade de Direito de Coimbra, como professor de Economia Política. Professor Catedrático desde 1995, foi membro da Assembleia de Representantes da sua Faculdade, Presidente do Conselho Pedagógico, Vice-Presidente e Presidente do Conselho Diretivo, Sub- Diretor e Diretor do Boletim de Ciências Económicas, membro do Senado e da Assembleia da Universidade, e Vice-Reitor da Universidade de Coimbra, desde 2003 até à sua Jubilação (Dez/2009).

Foi durante anos Presidente da Associação Portugal-URSS, membro dos órgãos diretivos do Conselho Português para a Paz e Cooperação, pertencendo, desde o início, aos órgãos diretivos da Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo. Foi Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Ateneu de Coimbra e integra os órgãos de direção da Associação Conquistas da Revolução.

É doutor honoris causa pelas Universidades Federais de Alagoas, Paraná e Paraíba, Sigillo d’Oro da Università Degli Studi di Foggia e doutor honoris causa pela Universidad de Valladolid.

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