Memórias Póstumas de Brás Cubas

de Machado de Assis
Editor: Narrativa, julho de 2022 ‧
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Memórias Póstumas de Brás Cubas é uma obra de Machado de Assis publicada originalmente em 1881 e considerada uma das maiores proezas do escritor.


A história é narrada na primeira pessoa por Brás Cubas, um autor-defunto, que deseja escrever a sua autobiografia a partir do túmulo. O protagonista é um homem oportunista e egocêntrico que se envolve com Marcela, uma prostituta de luxo, e é amigo de infância de Quincas Borba, até que morre subitamente, deixando muito por dizer.

Nesta obra, Machado de Assis desenvolve um novo estilo e utiliza uma linguagem mordaz que, na época, deixaram os críticos confusos e pouco agradados. Com Memórias Póstumas de Brás Cubas, o autor descarta o discurso linear herdado de Flaubert e Zola para adoptar um estilo livre ao género de Sterne e Maistre.

Memórias Póstumas de Brás Cubas

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898933355
Editor: Narrativa
Data de Lançamento: julho de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 133 x 209 x 27 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 296
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898933355

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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