SINOPSE
Publicado originalmente em folhetim, em 1880, na Revista Brasileira, saiu em livro em 1881, causando espanto à crítica da época: a obra era extremamente ousada do ponto de vista formal e apresentava as mais radicais experimentações na prosa brasileira até então, rompendo definitivamente com as fórmulas consagradas pelo Romantismo. Narrado por um defunto, o romance apresenta uma visão irónica do mundo e das pessoas, numa crítica mordaz à hipocrisia reinante. Livre e descomprometido com a sociedade, Brás Cubas, o narrador, revela e analisa não só os motivos secretos do seu próprio comportamento como também põe a nu as hipocrisias e vaidades das pessoas com quem conviveu. Um retrato da elite carioca do final do século xix: uma burguesia rica com anseios de nobreza.
Fiel ao humor, à ironia e também à liberdade do texto machadiano, e antecipando procedimentos modernistas e descobertas da psicanálise, Memórias Póstumas de Brás Cubas elevou a literatura brasileira a um patamar que esta jamais havia atingido.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722040839 |
| Editor: | Dom Quixote |
| Data de Lançamento: | junho de 2010 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 155 x 235 x 12 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 232 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Autores de Língua Portuguesa |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789722040839 |
OPINIÃO DOS LEITORES
O genial Machado de Assis
Proença
Um livro extraordinário de um dos maiores mestres da Língua Portuguesa. Uma obra absolutamente atual, a vários níveis. A imaginação e a ironia de Machado de Assis mostram-se de forma muito evidente neste "Memórias Póstumas de Brás Cubas". A meu ver, é um dos melhores romances escritos na nossa língua.
mestre da lingua portuguesa
Pedro J
Não sei se há alguém que trate a língua portuguesa como Machado de Assis. A sua prosa é pura poesia em deteminados capitulos. somando isto ao humor, à ironia, à contemplação dos usos e costumes, a alguns arrojos formais não me parece que falte algo a este livro. Perfeito.
Sobre Brás Cubas e suas memórias
Helena Matos
Estas Memórias Póstumas fazem, todas juntas e uma a uma, um livro delicioso. O humor é mordaz e sem condição, próprio de um narrador defunto que não precisa já do aval social para proferir opinião. A vida é contada inteira sem pretensões ou drama, caricata até no aborrecimento. Excelente retrato de um tempo, de um certo tipo de convivência, escrito com mau-feitio, com graça, com comoção às vezes. É impossível não gostar de Brás Cubas, é impossível não gostar de Machado de Assis, tão transversal a qualquer tempo. Recomendo vivamente.
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