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Memórias Póstumas de Brás Cubas

de Machado de Assis
Editor: Editora Guerra & Paz, setembro de 2016 ‧
13,50€
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Um dos maiores romances escritos em português e o mais marcante da obra de Machado de Assis.
Este livro é uma festa da língua, revolucionário, destroçando todas as convenções literárias do seu tempo. O leitor é maltratado, há capítulos em branco, outros sem utilidade. Brás Cubas, o improvável herói desta história, não fez nada de especial. Apaixonou-se por uma mulher casada, falhou uma carreira política, nunca teve filhos. Depois morreu, e então escreveu as suas memórias.

Memórias Póstumas de Brás Cubas

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897022197
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: setembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 230 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos da Guerra e Paz
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897022197

Muito bom

Ana

Depois de Quincas Borbas, Memórias Póstumas de Brás Cubas faz ainda mais sentido. Machado de Assis é sempre uma boa leitura. Personagens cheias de detalhes e que nos "agarram". Vale muito a leitura.

O defunto-autor que o vai cativar!

Sofia_C

Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é uma obra sagaz, profundamente original e absolutamente “fora da caixa”, que rompe com as convenções do romance tradicional desde a primeira página. Narrado por um defunto-autor, o livro combina ironia mordaz, crítica social e uma filosofia melancólica com uma leveza surpreendente. A escrita é refinada, cheia de humor subtil e observações certeiras sobre a condição humana. É uma leitura obrigatória, não só pela sua importância literária, mas pela forma como continua a surpreender e a provocar reflexão mais de um século após ter sido escrito.

É como conversar com um fantasma sarcástico

S. Lopes

Ler este livro é como conversar com um fantasma sarcástico que sabe tudo sobre as vaidades humanas. A ironia impera nesta escrita, que nem sempre é fluida, e faz-nos olhar para a existência e reconhecer quantas vezes vivemos de uma maneira enganadora, ilusória e vazia. No fim, rir da própria desgraça, talvez seja a forma mais honesta de a encarar. Afinal todos vamos acabar mortos..

Um clássico

Rui Agra

Machado de Assis foi uma excelente surpresa. Com a sua escrita maravilhosa e as suas reflexões sobre a vida e a sua efemeridade, fez-me apaixonar por esta obra.

Tragicomédia?

Laura

Este é um livro que classificaria como tragicómico, pela forma astutamente sarcástica com que Machado de Assis relata as suas (várias) “caídas em desgraça”. O facto de ser um finado a contar a sua própria história, já faz antever o estilo. O livro está repleto de frases incríveis que nos obrigam a parar e relê-las para, afinal, percebermos que podemos estar perante um clássico moderno.

Memórias póstumas de Brás cubas

Patrícia

Um génio da comédia. Um dos livros mais engraçados que já li e ao mesmo tempo com uma prosa linda. Memórias póstumas é a autobiografia depois da morte do autor que já não tem de se reger pelas convenções sociais e por isso pode rescrever e insultar o leitor, não de forma gratuita mas contemplativa. Um livro magnífico

Muito Bom

Pedro Isidoro

Um livro que nos faz refletir sobre a vida, de uma forma muito crua. Será que Brás Cubas, a Virgília, o marido desta, são um referencial para alguém? Não sei se seria isso que o autor queria transmitir? Mas a ironia e a hipocrisia, são os pontos fortes deste livro. É uma critica fortíssima à classe dominante brasileira, que no final das contas, é um traço característico e transversal na literatura mundial.

Que livro espectacular!

Joana Coelho

Outro maravilhoso livro de Machado de Assis, a meu ver o Eça de Queirós do outro lado do Atlântico. Escrito postumamente pelo narrador, este conta-nos a história da sua vida e seus romances, em capítulos de tamanho errático e com variações de tom e estilo. Muito interessante!

Revolucionário

Cláudia

"As Memórias Póstumas de Brás Cubas" revolucionou a literatura brasileira e distinguiu Machado de Assis como um dos maiores autores sul americanos desde que há registo. Num tempo em que o romantismo e o ultra romantismo ainda eram os movimentos literários de eleição, Assis ousa romper com o cânone vigente, trazendo a público esta obra mundana mas não menos avassaladora que se tornou um dos pináculos do realismo e, mais tarde, do modernismo; uma obra excepcional e notável. Deveras, este é um dos livros que o ávido leitor e amante de literatura não pode evitar.

Um clássico

António Mateus

T. S. Eliot escreveu que: " (...) que o clássico perfeito deve ser um clássico em que todo o génio de um povo estará latente, se não todo revelado; e que só pode aparecer numa língua tal que todo o seu génio possa estar presente ao mesmo tempo. Devemos, por consequência, acrescentar (...) a compreensividade. (...) exprimir o máximo possível de toda a gama de sentimento que representa o caráter de um povo que fala essa língua." Assim é este livro: um clássico. De escrita que nos cativa e nos toca, ora pela sensibilidade, ora pelo fino humor com que compõe os personagens, suas circunstâncias e percurso/"enredo" ao longo duma "vida" contada pelo já defunto, que tudo de si (e dos demais), agora, pode e quer revelar.

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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