Memórias de Adriano

(Pref. por Isabel Alçada)

de Marguerite Yourcenar
Editor: Leya, Janeiro de 2018 ‧
Memórias de Adriano tem a forma de uma longa carta dirigida pelo velho imperador, já minado pela doença, ao jovem Marco Aurélio, que deve suceder-lhe no trono de Roma (século II d. C.). Uma carta em que lhe promete contar toda a verdade, sem as reservas próprias da história oficial. Pouco a pouco, através desta serena confissão, suscitada pelo pressentimento de que a morte se aproxima, ficamos a conhecer os episódios decisivos da vida deste homem notável, que soube pacificar o império, tornar a sociedade romana um pouco mais justa, melhorar a sorte das mulheres e dos escravos.

Memórias de Adriano

(Pref. por Isabel Alçada)

de Marguerite Yourcenar

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896604219
Editor: Leya
Data de Lançamento: Janeiro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 163 x 241 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 296
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896604219

Para nos sentirmos ao lado de Adriano

Ana Gonçalves

Adriano, imperador, fala-nos, talvez mais a nós do que a Marco Aurélio. Nós escutamos com atenção, sentimos o que ele sente, compadecemo-nos da sua dor. Marguerite Yourcenar imaginou este testemunho, mas que nenhum de nós ouse afirmar que estas não são as palavras de Adriano. Recomendo. Sem qualquer hesitação.

As memórias e a Memória

Hugo Araújo

Texto fundamental. Um belíssimo e eloquente retrato dum tempo que ainda hoje nos influencia.

Um clássico é um clássico

Rita

Um livro que podemos iniciar em qualquer capitulo, e qualquer capitulo tem principio, meio e fim. Algo diferente num livro que não é um livro de contos.

Intemporal

Rita

Possivelmente o único livre que faz sentido se só lermos um capitulo, qualquer que seja o capitulo. A ler

SOBRE O AUTOR

Marguerite Yourcenar

Pseudónimo da escritora francesa Marguerite de Crayencour (1903-1987), nascida em Bruxelas e que veio a naturalizar-se americana. As suas Mémoires d'Hadrien (Memórias de Adriano,1952) tornaram-na internacionalmente conhecida. Este sucesso seria confirmado com L'Öuvre au Noir (A Obra ao Negro, 1968), uma biografia imaginária de um herói do século XVI atraído pelo hermetismo e a ciência. Publicou ainda poemas, ensaios (Sous bénéfice d'inventaire, 1978) e memórias (Archives du Nord, 1977), manifestando uma atração pela Grécia e pelo misticismo oriental patente em trabalhos como Mishima ou la vision du vide (1981) e Comme l'eau qui coule (1982). Foi a primeira mulher de Letras a ser eleita para a Academia Francesa.

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