Memorial de Aires
Editor:
Editora Guerra & Paz, março de 2025 ‧
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SINOPSE
Derradeiro romance de Machado de Assis, Memorial de Aires é, para muitos, o mais autobiográfico dos livros do incomparável Bruxo do Cosme Velho, figura maior da literatura em língua portuguesa.
Único texto de Machado em formato de diário e segundo atribuído ao último dos seus autores ficcionais (que surgira no romance anterior, Esaú e Jacob), este é o «diário de lembranças» de José da Costa Marcondes Aires - aposentado diplomata e viúvo que aqui regista, com brio e inesgotável filosofia, as peripécias do seu pequeno círculo social, enquanto o Brasil assiste a dois dos acontecimentos fundamentais da sua cronologia: a abolição da escravatura e a proclamação da República.
Mosaico intimista sobre a família e a solidão, a velhice e a morte, este livro encerra o «quinteto carioca», expressão de Jorge de Sena para os cinco grandes romances da última fase machadiana, a que também pertencem Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899) e Esaú e Jacob (1904).
Publicado em 1908, poucos meses antes da morte do autor, brilha, lado a lado com os seus congéneres, com a ilustre melancolia e suprema deambulação que fazem de Machado de Assis um dos maiores génios da literatura universal.
Único texto de Machado em formato de diário e segundo atribuído ao último dos seus autores ficcionais (que surgira no romance anterior, Esaú e Jacob), este é o «diário de lembranças» de José da Costa Marcondes Aires - aposentado diplomata e viúvo que aqui regista, com brio e inesgotável filosofia, as peripécias do seu pequeno círculo social, enquanto o Brasil assiste a dois dos acontecimentos fundamentais da sua cronologia: a abolição da escravatura e a proclamação da República.
Mosaico intimista sobre a família e a solidão, a velhice e a morte, este livro encerra o «quinteto carioca», expressão de Jorge de Sena para os cinco grandes romances da última fase machadiana, a que também pertencem Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899) e Esaú e Jacob (1904).
Publicado em 1908, poucos meses antes da morte do autor, brilha, lado a lado com os seus congéneres, com a ilustre melancolia e suprema deambulação que fazem de Machado de Assis um dos maiores génios da literatura universal.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895761685 |
| Editor: | Editora Guerra & Paz |
| Data de Lançamento: | março de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 154 x 232 x 12 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 184 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Clássicos da Guerra e Paz |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789895761685 |
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