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A Cidade e as Serras

de Eça de Queirós
Editor: Book Cover Editora, novembro de 2025 ‧
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Postumamente publicado em 1901, A Cidade e as Serras assinala o desfecho da carreira de Eça de Queirós, num atenuar do realismo crítico que tão vigorosamente marcou as obras anteriores do autor. O ambiente cultural do século XIX serve como palco às personagens de Jacinto e Zé Fernandes, dois melhores amigos que se haviam conhecido durante os tempos de universidade.

O primeiro, descendente de portugueses, nascido e criado em Paris; o segundo, que trocara há vários anos a vida citadina por uma vida singela nas serras portuguesas. O amor que Jacinto veio a nutrir pela civilização urbana e pelo progresso é posto em causa na sequência do reencontro com o seu velho amigo, passados 7 anos da sua separação. a insatisfação e desassossego de Jacinto encontram na visita do seu amigo uma oportunidade para se mudar para a sua propriedade rural de Tormes, em busca de equilíbrio e felicidade.

A Cidade e as Serras

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899267206
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: novembro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 143 x 209 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899267206

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal Distrito de Évora, em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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