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Lolita

de Vladimir Nabokov; Tradução: Margarida Vale de Gato

editor: Relógio D'Água
«Quase quarenta anos depois, este romance tão artificial criou uma nova palavra internacional ("lolita"), inventou uma América — a dos motéis e autoestradas — de que se nutre ainda boa parte da narrativa americana contemporânea, é uma das obras com o inglês mais rico e preciso da literatura deste século e, ao contrário das acusações iniciais de pornografia que teve de sofrer, é talvez — e no que me diz respeito — o romance mais melancólico, elegante e lírico de quantos li.» [Javier Marías in Literatura e Fantasma]

«A única história de amor convincente do nosso século.»
[Vanity Fair]

«Nabokov escreve prosa do único modo que esta deve ser escrita, ou seja, extasiadamente.»
[John Updike]

Lolita

de Vladimir Nabokov; Tradução: Margarida Vale de Gato

ISBN: 9789896413606
Editor: Relógio D'Água
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 232 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 360
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ficções
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896413606
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Uma obra bela e perturbadora

Rui

Lolita. Uma obra que pode ter tanto de perturbadora como de bela. Nabokov presenteia-nos com um banquete narrativo, repleto daqueles ingredientes que tornam a leitura um prazer sublime: uma narrativa envolvente, poética, apaixonante, que nos enreda e desenreda, ao sabor do palpitante coração de Humbert Humbert, pseudónimo do protagonista e narrador do livro. O elefante na sala: é a história de um pedófilo e da sua adorada “ninfeta”. Sim, é. Se concordo ou aprovo o comportamento pedófilo? Obviamente que não. Mas não deixo de admirar a história, de forma tão sublimemente bem contada, independentemente de aprovar ou não a conduta do protagonista. Percebo o problema moral de alguns leitores. Pessoalmente não tive esse problema e não acho que haja razões para que este enredo seja um impedimento à leitura do livro (ler não é crime, ou imoral, não sinónimo de aprovação nem sequer de desculpabilização das práticas ali contidas). Quem o fizer, está obviamente no seu direito, mas estará a privar-se da possibilidade de apreciar a beleza da narrativa deste brilhante romance de Nabokov. Nunca me senti não inebriado e hipnotizado pelo talento narrativo de um autor, que criou um narrador (e protagonista) extremamente sedutor, não só para com Lolita, mas também para com o leitor, tentando convencer-nos da sua inocência, que a sua relação com Lolita era uma inevitabilidade e, até, que afinal era ele o caçado e não o caçador. Nem todos os livros têm de ter uma mensagem moralizadora. A arte pode ser simplesmente apreciada, sem mais. E Lolita é uma bela obra de arte, definitivamente. É assim que a vejo.

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Perturbador

Carla A

Livro um pouco perturbador, que nos transporta para um mundo que não compreendemos/aceitamos, mas que através da escrita consegue-nos fazer entender as motivações, que até parecem ter um pensamento puro e verdadeiro, sem maldade. A leitura não é fácil, mas ficamos com uma dualidade de sentimentos. Por um lado é inacreditável e inaceitável, por outro queremos saber o que se passa a seguir.

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Excelente

Daniel Cunha

Um dos livros mais bem escritos que já li. Nabokov é absurdo de tão bom escritor, prende te do começo ao final.

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Lolita

Mel

Ainda não o consegui ler todo porque é altamente perturbador, mas a escrita é abismalmente cativante. A personagem principal, que narra a história, é o meu novo ódio de estimação literário.

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Livro influente

João L.

Trata-se de um livro de grande influência na história da literatura e no imaginário cultural moderno, o que só por si justifica a leitura. Apresenta também uma edição muito elegante e de fácil leitura..

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Nem tudo é o que parece

Marco Matos

" Lolita, brilho da minha vida, fogo dos meus flancos. Minha alma, minha lama. (...) Era Lo, so Ló, pela manhã, com o seu metro e quarenta e sete e uma só peúga. Era Lola de calças, Dolly na escola. Era Dolores no tracejado onde assinava o nome. Mas nos meus braços era sempre Lolita. " Erradamente visto como uma história de amor, Lolita ferve no âmago, leva-nos por altos e baixos, sorrisos, lágrimas, esgares. Poderemos ser (e somos, na verdade) muitas vezes enganados pela súbtil narração de Humbert, jogos de palavras, peculiaridade mimética. É que, por vezes, nem tudo é o que parece. Palmas para Nabokov, que os tempos e as mentalidades nunca nos parem, só assim nasce a arte, a verdadeira e assoberbante arte!

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Romance controverso

Tiago Poço

É um livro que aborda duma forma notável um assunto controverso sobre a relação duma adolescente de 12 anos com o seu padastro em que este, a assedia sexualmente de forma constante. Um clássico real a ler!

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O livro da minha vida

Sara Bôto

Muitos foram os bons escritores ao longo dos séculos. No entanto, nenhum foi, jamais, tão simultaneamente atraente e polémico. Ninguém escreve como Nabokov e o facto de este livro ter sido escrito não na sua língua materna, o russo, mas em inglês e com tamanha inteligência e fluidez, como dificilmente algum outro escritor inglês conseguiu alcançar, só demonstra a real dimensão da mestria deste autor. Já li muitos livros na vida, mas nenhum, até hoje, ocupa um lugar tão grande no meu coração como este, tanto pela história, como pela escrita maravilhosa.

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Obrigatório

Diogo

Uma história de amor envolvente, polémica e de um realismo polémico. Uma verdadeira viagem pelos lugares mais recônditos do coração humano e por uma América genuína. Indispensável.

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Clássico Romance

Mariana Nogueira

Amor verdadeiro. Pura e simplesmente.

Vladimir Nabokov

Escritor norte-americano de origem russa, nascido em 1899 e falecido em 1977, exilou-se com a família na Inglaterra, França e Alemanha. Neste último país, escreveu, em russo, a primeira parte da sua obra literária, de entre a qual se destaca Mashenka e Glória.
Em 1940 partiu para os Estados Unidos da América, adquirindo a nacionalidade americana em 1945. Começou a escrever em inglês, mantendo, nas obras deste período, o fundo fantástico, a visão irónica da vida quotidiana e a mestria formal que já havia demonstrado, e almejou levar a cabo um retrato da sociedade norte-americana através das suas convenções culturais e posturas perante o sexo.
São dignas de nota as narrativas: "Invitation to a Beheading", "The Real Life of Sebastian Knight", "Lolita", um grande êxito editorial transposto para o cinema por S. Kubrick e cujo argumento se baseia nos amores de um homem adulto por uma adolescente, "Pale Fir", Pnin, Ada; or Ardor: A Family Chronicle" e "Speak Memory".

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