In Nomine Dei

Livro 1

de José Saramago

editor: Editorial Caminho, abril de 1998
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"«""Entre o homem, com a sua razão, e os animais, com o seu instinto, quem, afinal, estará mais bem dotado para o governo da vida?"" Não faz sentido? ""Se os cães tivessem inventado um Deus, brigariam por diferenças de opinião quanto ao nome a dar-lhe, Perdigueiro fosse, ou Lobo-d'Alsácia? E no caso de estarem de acordo quanto ao apelativo, andariam, gerações após gerações, a morder-se mutuamente por causa da forma das orelhas ou do tufado do seu canino Deus? ""Estas considerações podiam ser tomadas como ofensivas, mas José Saramago trata de se defender: ""Não é culpa minha nem do meu discreto ateísmo se em Münster, no século XVI, como em tantos outros tempos e lugares, católicos e protestantes andaram a trucidar-se uns aos outros em nome de Deus - ""In Nomine Dei"" - para virem a alcançar, na eternidade, o mesmo Paraíso."" ""Os acontecimentos descritos nesta peça representam, tão só, um trágico capítulo da longa e, pelos vistos, irremediável história da intolerância humana"", explica o autor. ""Que o leiam assim, e assim o entendam, crentes e não crentes, e farão, talvez, um favor a si próprios. Os animais, claro está, não precisam.""» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)"

In Nomine Dei

de José Saramago

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722123945
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: abril de 1998
Idioma: Português
Dimensões: 132 x 208 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 164
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de José Saramago
Classificação temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789722123945
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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In nomine dei

David

Tive o prazer de assistir a esta peça de teatro antes de ler o livro. Uma obra fenomenal, imprescindível para quem quiser compreender um pouco sobre a reforma e por conseguinte, a contra reformar. Recomendo

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Puro o instinto; torpe a razão

Fernando Manuel Lima Martins de Sousa

Cantava uma canção: "..nos olhos do meu cão..... encontro sempre um segredo.... grande e profundo! ". Pois, tenho um canídeo, sem Deus, nem razão para dele precisar, que só tem um acto de vontade no olhar: Amar! Será que a maldição do Homem é pensar, pesar, prever e angustiar-se? Será que ao precisar de Deus (porque de precisão se trata) chama a si lutas angélicas lançando o fogo do ódio sobre os irmãos? Não é concebível matar em nome de Deus! Se soubesse rir, o meu cão muito se divertiria com as lutas em Münster! Só que depois viria novamente ter comigo, olhos brilhantes, cauda a abanar, feliz, esperando apenas uma bucha! Primário, puro, verdadeiro. Aprendam com eles! José Saramago, Homem bom, lúcido e brilhante! Coal, o meu cão, mero amante irracional!

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Muito bom

Anisabel Moreira

Podia ser um retrato da sociedade actual!

José Saramago

Prémio Nobel de Literatura, 1998

Autor de mais de 40 títulos, José Saramago nasceu em 1922, na aldeia de Azinhaga.
As noites passadas na biblioteca pública do Palácio Galveias, em Lisboa, foram fundamentais para a sua formação. «E foi aí, sem ajudas nem conselhos, apenas guiado pela curiosidade e pela vontade de aprender, que o meu gosto pela leitura se desenvolveu e apurou.»
Em 1947 publicou o seu primeiro livro que intitulou A Viúva, mas que, por razões editoriais, viria a sair com o título de Terra do Pecado. Seis anos depois, em 1953, terminaria o romance Claraboia, publicado apenas após a sua morte.
No final dos anos 50 tornou-se responsável pela produção na Editorial Estúdios Cor, função que conjugaria com a de tradutor, a partir de 1955, e de crítico literário.
Regressa à escrita em 1966 com Os Poemas Possíveis.
Em 1971 assumiu funções de editorialista no Diário de Lisboa e em abril de 1975 é nomeado diretor-adjunto do Diário de Notícias.
No princípio de 1976 instala-se no Lavre para documentar o seu projeto de escrever sobre os camponeses sem terra. Assim nasceu o romance Levantado do Chão e o modo de narrar que caracteriza a sua ficção novelesca. Até 2010, ano da sua morte, a 18 de junho, em Lanzarote, José Saramago construiu uma obra incontornável na literatura portuguesa e universal, com títulos que vão de Memorial do Convento a Caim, passando por O Ano da Morte de Ricardo Reis, O Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a Cegueira, Todos os Nomes ou A Viagem do Elefante, obras traduzidas em todo o mundo.
No ano de 2007 foi criada em Lisboa uma Fundação com o seu nome, que trabalha pela difusão da literatura, pela defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, tomando como documento orientador a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Desde 2012 a Fundação José Saramago tem a sua sede na Casa dos Bicos, em Lisboa.
José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel de Literatura em 1998.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou postumamente, a 16 de novembro de 2021, José Saramago com o grande-colar da Ordem de Camões, pelos "serviços únicos prestados à cultura e à língua portuguesas", no arranque das comemorações do centenário do nascimento do escritor.

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