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A Teia

de Hélia Correia
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, maio de 2013 ‧
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Inserido nas comemorações do Dia do Autor Português e 88º Aniversário da SPA, a INCM em parceria com a Sociedade Portuguesa de Autores proporciona desta vez uma peça de Hélia Correia. A peça agora reproduzida em livro " A Teia" foi eleita e será galardoada com o Grande Prémio de Teatro Português SPA | Teatro Aberto - 2013.

A Teia

de Hélia Correia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722721899
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: maio de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 122 x 195 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 24
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco
Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789722721899

Alegoria dos sentimentos e das relações humanas

Emanuel Guerreiro

Breve peça de Hélia Correia, «A Teia» evoca a metáfora do aprisionamento, voluntário ou não, como, por exemplo, nos vícios descontrolados e a impossibilidade/incapacidade de libertação (na peça, a prostituição), ou as malhas do amor («É isto o amor completo? Sim, é isto… Estás a matar-me com a tua força! E o teu beijo… não me deixa… respirar…», p. 18). Breves 22 páginas numa alegoria dos sentimentos e das relações humanas.

SOBRE O AUTOR

Hélia Correia

Escritora portuguesa contemporânea (1949), licenciou-se em Filologia Românica e é professora de Português do Ensino Secundário. Apesar do seu gosto pela poesia, é como ficcionista que é reconhecida como uma das revelações da novelística portuguesa da geração de 1980, embora os seus contos, novelas ou romances estejam sempre impregnados do discurso poético.
Estreou-se na poesia com O Separar das Águas, em 1981, e O Número dos Vivos, em 1982.
A novela Montedemo, encenada pelo grupo O Bando, dá à autora uma certa notoriedade. Aliás, Hélia Correia revelou, desde cedo, o gosto pelo teatro e pela Grécia clássica, o que a levou a representar em Édipo Rei e a escrever Perdição, levadas à cena, em 1993, pela Comuna. Escreveu também Florbela, em 1991, que viria a ser encenada pelo grupo Maizum.
Destacam-se ainda na sua produção os romances Casa Eterna e Soma e, na poesia, A Pequena Morte/Esse Eterno Conto.
Recebeu em 2002 o prémio PEN 2001, atribuído a obras de ficção, pela sua obra Lillias Fraser.
Venceu o prémio literário Correntes d'Escritas/Casino da Póvoa com o livro de poesia A Terceira Miséria.
Foi galardoada com o Prémio Camões, em 2015.

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