Elogio da Loucura

Edição Bilingue (3ª Edição)

de Erasmo de Roterdão
Editor: Vega, outubro de 2012 ‧
Uma obra marcante na história do Humanismo e na história do Ocidente, escrita por uma das maiores figuras do Renascimento, agora em nova e excelente tradução, feita directamente do latim, que nos oferece o sabor da escrita original e do espírito de humor e ironia que a enforma. Intemporal, como todos os grandes clássicos, nela se disseca a natureza humana do ser da época que, não obstante os séculos decorridos, pouco ou nada difere do ser actual, uma vez que neste podemos encontrar os mesmos sinais de irracionalidade e loucura que Erasmo de Roterdão tão bem satirizou.

Elogio da Loucura

Edição Bilingue (3ª Edição)

de Erasmo de Roterdão

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726999737
Editor: Vega
Data de Lançamento: outubro de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 229 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblioteca Clássica
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789726999737

Um dos melhores retratos da sociedade renascentista

Catarina Matias

Elogio da Loucura relata, através do comentário irónico de Erasmo de Roterdão, os hábitos e vícios da Igreja na época do Renascimento. É uma obra essencial para quem aprecia este período civilização e para quem deseja saber mais, pois mostra uma das facetas mais negativas da história da Igreja.

SOBRE O AUTOR

Erasmo de Roterdão

Erasmo de Roterdão nasceu em Roterdão a 28 de outubro de 1466 e faleceu em Basileia a 12 de julho de 1536. Foi oi um teólogo e um humanista que viajou por toda a Europa, inclusive Portugal.

Erasmo cursou o seminário com os monges agostinianos e realizou os votos monásticos aos 25 anos, vivendo como tal, sendo um grande crítico da vida monástica e das características que julgava negativas na Igreja Católica. Frequentou o Collège Montaigu, em Paris, e continuou seus estudos na Universidade de Paris, então o principal centro da escolástica, apesar da influência crescente do Renascimento da cultura clássica, que chegava de Itália. Erasmo optou por uma vida de académico independente, independente de país, independente de laços académicos, de lealdade religiosa e de tudo que pudesse interferir com a sua liberdade intelectual e a sua expressão literária.

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