De Quanta Terra Precisa o Homem e Outros Contos

de Lev Tolstói

editor: Relógio D'Água
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«De Quanta Terra Precisa o Homem, de Tolstoi (que Joyce considerava como «a melhor literatura do mundo»), só podia ter sido escrita, no século dezanove, por um russo ou por um americano. É uma parábola da imensidade da terra; não teria feito sentido nem na paisagem de Kent de Dickens, nem na Normandia de Flaubert.»

George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski

De Quanta Terra Precisa o Homem e Outros Contos

de Lev Tolstoi

ISBN: 9789896415259
Editor: Relógio D'Água
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 232 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 264
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789896415259
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O Bom Tolstoi

A.

Um conjunto de contos de grande qualidade literária que transmitem a bondade que caracteriza Tolstoi.

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Tolstói e os valores humanos

A. Pereira

Este livro é composto por vários contos, que passo a enumerar: "Polikuchka", "O Medidor-de-Linho", "De Quanta Terra Precisa o Homem", "O Cupão Falso", "Aliocha, O Pote", "Kornei Vassíliev", "As Bagas", "Por Que Culpa?" e "Khodinka". Tolstói utiliza pequenos contos, por vezes em estilo de parábola, para levar o leitor a refletir acerca dos valores humanos. George Steiner escreve que "De Quanta Terra Precisa o Homem (...) é uma parábola da imensidade da terra." Para mim, é uma parábola da imensidade da ganância humana. Um livro que vale a pena ler, refletindo em cada conto acerca dos nossos ideais e valores.

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Tólstoi.

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Contos muito simples e com grande significado.

Lev Tolstói

Também conhecido como Léon Tolstói ou Lev Nikoláievich Tolstói (9 de setembro de 1828 - 20 de novembro de 1910) foi um escritor russo muito influente na literatura e política do seu país.
Junto a Fiódor Dostoievski, Tolstói foi um dos grandes da literatura russa do século XIX. As suas obras mais famosas são Guerra e Paz e Anna Karenina.
Membro da nobreza, entre 1852 e 1856 realizou três obras autobiográficas: Meninice, Adolescência e Juventude.
Tolstói serviu no exército durante as guerras do Cáucaso e durante a Guerra de Criméa como tenente. Esta experiência convertê-lo-ia em pacifista.
Associado à corrente realista, tentou reflectir fielmente a sociedade em que vivia.
Cossacos (1863) descreve a vida deste povo.
Anna Karenina (1867) conta as histórias paralelas de uma mulher presa nas convenções sociais e um proprietário de terras filósofo (reflexo do próprio Tolstói), que tenta melhorar as vidas de seus servos.
Guerra e Paz é uma monumental obra, onde Tolstói descreve dezenas de diferentes personagens durante a invasão napoleônica de 1812, na qual os russos pegaram fogo a Moscovo.
Tolstói teve uma importante influência no desenvolvimento do pensamento anarquista, concretamente, considera-se que era um cristão libertário. O príncipe Kropotkin lhe citou no artigo Anarquismo da Enciclopédia Britânica de 1911.
Nos seus últimos anos depois de várias crises espirituais converteu-se numa pessoa profundamente religiosa, criticando as instituições eclesiásticas em Ressurreição, o que provocou a sua excomunhão.
Tolstói tentou renunciar as suas propriedades em favor dos pobres, mas a sua família impediu-o. Tentando fugir da sua casa morreu na estação ferroviária de Astapovo.

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