Contos I - Eça de Queirós

de Eça de Queiroz
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, Janeiro de 2009 ‧
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A edição crítica deste conjunto de contos de Eça de Queirós, preparada por Marie-Hélène Piwnik, incide sobre relatos de dimensão, temática e configuração formal muito diversa, publicados ao longo de praticamente toda a vida literária do escritor. De facto, desde que começou a colaborar na Gazeta de Portugal, em 1866, até à participação na quase luxuosa Revista Moderna, entre 1897 e 1900, Eça cultivou, com regularidade e com admirável mestria, este género narrativo, cuja complexa elaboração nem sempre é devidamente valorizada pela análise e pela história literárias.

Do sentido de exigência e do rigor de procedimentos que presidiram a esta edição falam com eloquência os sólidos créditos de Marie-Hélène Piwnik como estudiosa da obra queirosiana e sobretudo como conhecedora profunda dos contos de Eça de Queirós. O facto de ter sido responsável pela edição crítica dos contos póstumos acrescenta crédito científico e metodológico a este volume.

Contos I - Eça de Queirós

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722716185
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: Janeiro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 172 x 244 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 408
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789722716185

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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