100%

Contos de Eça de Queirós

de Eça de Queiroz

editor: Relógio D'Água, julho de 2004
DEVOLVEMOS 100% NA COMPRA DESTE ARTIGO - SAIBA MAIS i
«Após esta pequena digressão, voltemos aos contos publicados nos últimos anos da sua vida. No que diz respeito ao estilo, os críticos são unânimes no louvor. Mas algo há — a força, a novidade, a rebeldia — em Singularidades de Uma Rapariga Loira, que viria a desaparecer, quando Eça se pôs à procura da tal prosa que "ainda" não existia. Se aprecio o jornalismo de Eça tanto quanto os seus romances, já o mesmo não sucede com os contos, cuja qualidade é desigual. Por isso me pareceu interessante o exercício de seleccionar os melhores. Eles aqui ficam, em número de cinco.»

Do Prefácio de Maria Filomena Mónica

Contos de Eça de Queirós

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727087860
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: julho de 2004
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 219 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 162
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789727087860
Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

(ver mais)