Confissão

de Lev Tolstoi
Editor: Alêtheia Editores, agosto de 2014 ‧
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Confrontado com a crise existencial que o acompanhou durante grande parte da vida, Tolstói, cuja escrita é imortalizada com Guerra e Paz e Ana Karenina, refugiou-se na escrita produzindo este testemunho premente sobre a sua infância, fé, filosofia e posição social. Em Confissão, uma súmula do pensamento de Tolstói, o leitor pode conhecer os conflitos do homem e a arte do escritor.
Mais uma obra editada pela Alêtheia Editores, no âmbito da colecção de clássicos da literatura mundial, inaugurada com a publicação de Coração de Cão, de Mikhail Bulgakov, e que conta também com Cartas de Inglaterra, de Eça de Queirós.

«Na minha busca por respostas às questões da vida senti o mesmo que um homem perdido numa floresta.»

«Eu mesmo não sabia o que pretendia: temia a vida, desejava fugir-lhe, e no entanto ainda ambicionava algo dela.»

Confissão

de Lev Tolstoi

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896226602
Editor: Alêtheia Editores
Data de Lançamento: agosto de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 220 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 140
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789896226602

Confissão ou Aviso?!

Carlos Lourenço

Livro biográfico, de escrita intensa, palavras com sentidos e direções profundas, que nos remetem para o questionamento de tudo. Um livro em que Tolstoi, subtilmente, nos mostra que nem um génio está livre dos devaneios da mente humana, que o sofrimento e a felicidade estão ao alcance de qualquer ser humano, que aquilo que procuramos e que acabamos por possuir não é o que necessitamos...um livro que ao ser uma Confissão nos desperta para o mesmo de sempre e de todos humanos, qual é o sentido da Vida? Ele existe?

SOBRE O AUTOR

Lev Tolstoi

Lev Tolstoi (1828-1910) nasceu na Rússia, no seio de uma família nobre. Órfão desde cedo, optou por seguir a carreira militar, servindo-se mais tarde das suas experiências no campo de batalha para representar a guerra de forma realista nos seus romances.

Em 1856, abandona o exército e viaja pela Europa para estudar Pedagogia. De regresso à Rússia, dedica-se à escrita, publicando mais tarde em fascículos Guerra e Paz (1865-69) e Anna Karénina (1875-77), ainda hoje considerados dois dos melhores romances de sempre.

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