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Confabulações

de John Berger
Editor: Relógio D'Água, julho de 2018 ‧
15,00€
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«Uma língua falada é um corpo, uma criatura viva […]. E o lugar onde esta criatura reside é tanto o que não se diz quanto o que se diz.» O trabalho de John Berger revolucionou o modo como entendemos a linguagem visual. Neste novo livro, o autor escreve sobre a linguagem em si, e como se relaciona com o pensamento, a arte, a música, a narrativa e o discurso político contemporâneo. O livro inclui ainda os desenhos, notas, memórias e reflexões de Berger, que vão desde Albert Camus ao capitalismo global. Confabulações mostra-nos «o que é verdadeiro, essencial e urgente».

Confabulações

de John Berger

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896418496
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: julho de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 233 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789896418496

Um mestre

Ricardo

John Berger era um mestre. E nessa condição, escrevia de maneira clara, luminosa. Fosse qual fosse o tema, a luz que incidia nas palavras era sempre genial. Estes pequenos textos são um resumo da sua erudição e da sua capacidade de partilha. Lê-se em pouco tempo mas o seu efeito é longo. Recomendo

LEIAM

Carlos Jardim

Esta é mais uma obra deste autor que nos leva á reflexão sobre tudo o que se passa á nossa volta. E para quem nunca leu John Berger, aqui fica o meu recado: LEIAM!

SOBRE O AUTOR

John Berger

John Berger (1926-2017), crítico de arte, pintor e escritor inglês, ícone da contracultura e um dos pensadores mais influentes dos nossos dias, avançou contra a corrente num tempo de especialistas e especializações. Em quadros, ensaios, poemas, ficções, argumentos para cinema ou programas de televisão, foi plural também nas suas inspirações, tomando interesse nas franjas da sociedade (os presos, os camponeses, os migrantes) como exemplos de resistência em face da ignomínia de governos e mercados. Foi para escapar a essa infâmia, aliás, que Berger se exilou durante mais de 50 anos na França rural. Ganhou o Prémio Booker em 1972 com o seu romance experimental feminista G., e o seu ensaio mais famoso, Modos de Ver, escrito nesse ano após o êxito retumbante da série homónima da BBC, é uma referência na crítica de arte ainda hoje estudada por académicos e redescoberta pelo público. Com um olhar curioso sobre o mundo, com os pés assentes na terra e as mãos a revolvê-la, soube como poucos expor, ao longo da obra e da vida, as suas convicções políticas, contradições e metamorfoses.

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