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Para o Casamento

de John Berger
Editor: Relógio D'Água, março de 2018 ‧
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Este é um romance simultaneamente trágico e feliz, inteligente e erótico. Em Para o Casamento, um vendedor ambulante cego conta a história do casamento entre um vendedor e a sua noiva através de uma série de intensos e reveladores episódios.

Para o Casamento

de John Berger

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896418168
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: março de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 234 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ficções
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896418168

A URGÊNCIA DO AMOR

LUÍSA COSTA MACEDO

Várias personagens e várias vozes, olhadas pela sensibilidade de um vendedor ambulante cego, levam-nos para a história central deste livro, a história de amor entre Ninon e Gino. Ao longo da narrativa vamos conhecendo vários episódios que vão preenchendo o caminho e a vida de Ninon, personagem que vamos abraçando, como se nos colocássemos numa linha cinematográfica onde habitamos a sua vida, suas alegrias e seu drama. Ao longo dessa revelação, humana, por vezes crua, bela, mas também trágica, somos tocados pela comovente afirmação do amor e a sua força.

Estranho, mas Magnífico

F.C.

Nem só de ensaios vive o Homem. Berger mostra aqui que não é só um fantástico ensaísta.

Simplesmente maravilhoso

Rita

Um romance a várias vozes, sob o mote do casamento de uma noiva que já sabe que vai morrer, é simultaneamente uma ode à vida e ao amor. Escrito em prosa poética irrepreensível, remete ao que à de mais belo e importante na nossa vida. Recomendo vivamente!

SOBRE O AUTOR

John Berger

John Berger (1926-2017), crítico de arte, pintor e escritor inglês, ícone da contracultura e um dos pensadores mais influentes dos nossos dias, avançou contra a corrente num tempo de especialistas e especializações. Em quadros, ensaios, poemas, ficções, argumentos para cinema ou programas de televisão, foi plural também nas suas inspirações, tomando interesse nas franjas da sociedade (os presos, os camponeses, os migrantes) como exemplos de resistência em face da ignomínia de governos e mercados. Foi para escapar a essa infâmia, aliás, que Berger se exilou durante mais de 50 anos na França rural. Ganhou o Prémio Booker em 1972 com o seu romance experimental feminista G., e o seu ensaio mais famoso, Modos de Ver, escrito nesse ano após o êxito retumbante da série homónima da BBC, é uma referência na crítica de arte ainda hoje estudada por académicos e redescoberta pelo público. Com um olhar curioso sobre o mundo, com os pés assentes na terra e as mãos a revolvê-la, soube como poucos expor, ao longo da obra e da vida, as suas convicções políticas, contradições e metamorfoses.

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