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Coimbra de Antero (de Quental)

de Eça de Queirós
Editor: Alma Azul, dezembro de 2006 ‧
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Inventávamos génios - de quantas tricanas fizemos Ofélias! Antero, ainda nos últimos anos, se lamentava por ter conservado este vício imaginativo de criar fantasmas, por nós gerados para gastar sobre eles a abundância do nosso entusiasmo, ou sobre eles cevar santas indignações.

Essa luminosa palavra de Antero era uma das suas magníficas forças de atracção. Ninguém jamais possuiu um Verbo de tanta solidez, harmonia, finura e brilho...

Coimbra de Antero (de Quental)

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728989835
Editor: Alma Azul
Data de Lançamento: dezembro de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 115 x 170 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 48
Tipo de produto: Livro
Coleção: Literatura Portátil
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789728989835

Para reler

Diana Costa

Este é o tipo de livro que devemos reler frequentemente! O livro possui uma magia diferente, a maneira como o autor descreve o "Santo Antero", como descreve a relação que tinham e tudo o que rodeava esta personalidades histórica é de um encanto inigualável. Faz-nos sentir que toda a circunstância de Antero de tudo fazia para que este brilhasse!

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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