Assim Falou Zaratustra

Livro 1

de Friedrich Nietzsche

editor: Publicações Europa-América, abril de 1999
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Na vasta produção literária de Nietzsche, o poema filosófico Assim Falou Zaratustra é geralmente considerado como obra fundamental para qualificar a complexa personalidade do apaixonado filósofo.

Os princípios de um credo nietzschiano encontram aqui, mais do que em qualquer outra obra, a sua expressão num estilo vigoroso que ora lembra a solenidade dos profetas bíblicos, ora recorda a contundência cáustica e a mordacidade dos enciclopistas.

Na figura de Zaratustra, Nietzsche procura delinear o novo tipo de homem a que aspirava. Zaratustra é, de facto, o indivíduo que, tendo passado através de todas as experiências, se encontra «para lá do bem e do mal» e está decidido a tornar-se senhor absoluto das suas próprias paixões, seguindo a moral criadora de um «eu» divinizado.

Assim Falou Zaratustra

de Friedrich Nietzsche

Propriedade Descrição
ISBN: 9789721001688
Editor: Publicações Europa-América
Data de Lançamento: abril de 1999
Idioma: Português
Dimensões: 115 x 175 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 323
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livros de Bolso / Série Grandes Obras
Classificação temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 5601072406797
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Clássico!

Rita F.

Um Clássico que todos devem ler! Imprescendível para qualquer pessoa, embora possa ser considerado de leitor díficl!

Friedrich Nietzsche

Um dos filósofos emblemáticos dos finais século XIX, nasceu em 1844, em Röcken, e morreu em 1900, atacado pela demência, em Weimar. As suas reflexões caracterizam-se por uma violenta crítica aos valores da cultura ocidental.

Com efeito, para Nietzsche, a decadência do Ocidente começou quando o discurso filosófico, depois de Sócrates, veio afastar a síntese que se realizara na tragédia grega, substituindo a harmonia apolíneo/dionisíaco (representando a ambivalência da essência humana, dividida entre a desmesura passional e a medida racional) por um discurso das aparências, enganador e ilusório, que transforma a realidade autêntica em metáforas ocas. Esse processo de desvitalização encontrará o apogeu com a afirmação da moral judaico-cristã, «moral de escravos», reflexo de uma maquinação hipócrita de indivíduos débeis, ignóbeis e vis numa tentativa de enfraquecer e dominar pela astúcia os valorosos.
A crítica nietzschiana acaba mesmo por abranger os fundamentos da razão, considerando que o erro e o devaneio estão na base dos processos cognitivos e que a fé na ciência, como qualquer fé em verdades absolutas, não passa de uma quimera.
Não se limitando, porém, à denúncia de um estado de espírito dominado pela submissão a valores ancestrais, impotentes para criar algo de novo e propagando a obediência e a servidão como princípios supremos, ao proclamar a «morte de Deus» e a abolição de qualquer tutela, Nietzsche passa ao anúncio de uma nova era centrada na exaltação da vontade de poder, apanágio do homem verdadeiramente livre, o super-homem, que não conhece outros ditames além dos que ele próprio fixa. No entanto, o super-homem não é unicamente dominado pelo egoísmo, cabendo-lhe dirigir a «massa», anónima e ignorante, para um estádio superior em que os valores vitais, a alegria e a espontaneidade permitam a reafirmação do instinto criador da humanidade.

Pensador paradoxal, associa ao super-homem a consciência do eterno retorno, procurando, talvez, exprimir o aspeto cíclico dos movimentos históricos ou a impossibilidade de, alguma vez, ser atingido um grau supremo de perfeição no devir do Homem.
Expressando-se de forma aforística e mantendo todas as suas afirmações no limiar da inteligibilidade imediata, Nietzsche foi um filósofo ímpar, tão inovador como polémico: ao exaltar, em detrimento da razão, a faculdade da vontade como núcleo da essência humana e verdadeiro motor do devir e colocando-se numa posição de profundo ceticismo face aos fundamentos da ética e da moral, abalou profundamente os pilares do racionalismo, sendo por isso considerado como um dos «filósofos da suspeita» (ao lado de Marx e Freud), na esteira da «crise da razão» que marcou profundamente a filosofia no século XX. Entre as suas obras são de destacar:
A Origem da Tragédia (1872), Humano, Demasiado Humano (1878), Aurora (1881), A Gaia Ciência (1882), Assim Falou Zaratustra (1883-85), Para além do Bem e do Mal (1886), A Vontade de Poder (1886, editado em 1906), A Genealogia da Moral (1887), Ecce Homo (1888), O Anticristo (1888).

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