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Alucinações

de Oliver Sacks
Editor: Relógio D'Água, junho de 2013 ‧
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Já alguma vez o leitor viu algo que não estava lá? Ouviu alguém chamar o seu nome numa casa vazia? Sentiu que o seguiam, mas quando se virou não encontrou ninguém? As alucinações não pertencem apenas aos loucos. Estão mais frequentemente ligadas a falhas sensoriais, intoxicação, doença ou lesões. Pessoas com enxaquecas podem ver arcos de luz cintilantes ou figuras liliputianas. Pessoas com falhas de visão podem, paradoxalmente, mergulhar num mundo visual alucinatório. As alucinações podem aparecer com uma simples febre ou mesmo ao acordar ou adormecer, quando as pessoas têm visões que vão desde manchas luminosas coloridas até rostos perfeitamente pormenorizados, ou mesmo seres aterrorizantes. Pessoas que estão de luto podem receber «visitas» do falecido. Em algumas condições, as alucinações podem levar a epifanias religiosas, ou mesmo à sensação de abandonarmos o nosso corpo. O ser humano sempre procurou este tipo de visões, tendo durante milhares de anos utilizado substâncias alucinogénias para as obter. Enquanto jovem médico na Califórnia nos anos 60, Oliver Sacks teve um interesse pessoal e profissional por psicotrópicos. Neste livro, o autor reúne histórias dos seus pacientes e a sua própria experiência.

Alucinações

de Oliver Sacks

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896413620
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: junho de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 235 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 304
Tipo de produto: Livro
Coleção: Antropos
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Antropologia
Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Psicologia
EAN: 9789896413620

Desmistificador

Patrícia Martins

O que pensávamos que era do além. afinal é lógico! São criações do nosso cérebro... Com este livro, assenta os pés na terra! Sugeriram-me este livro, pois estava bastante curiosa relativamente às pessoas que diziam que viam fantasmas... Mas teimo sempre encontrar uma lógica. Este médico, diz-nos como isto acontece, pois o nosso cérebro é o mestre da imaginação.

SOBRE O AUTOR

Oliver Sacks

Oliver Sacks (9 de julho de 1933) foi um neurologista, historiador da ciência e escritor britânico. Nascido em Londres, Sacks licenciou-se em medicina em 1958 no The Queen's College, Oxford, antes de se mudar para os Estados Unidos, onde passou a maior parte da sua carreira. Fez o internato no Mount Zion Hospital, em São Francisco, e completou a especialização em neurologia e neuropatologia na University of California, em Los Angeles.
Mais tarde, exerceu funções como neurologista na unidade de cuidados continuados do Beth Abraham Hospital, no Bronx, onde trabalhou com um grupo de sobreviventes da epidemia de encefalite letárgica ("doença do sono") dos anos 1920, que permaneciam incapazes de se mover autonomamente durante décadas. O tratamento desses pacientes deu origem ao seu livro Despertares, publicado em 1973, posteriormente adaptado ao cinema em 1990, num filme protagonizado por Robin Williams e Robert De Niro que foi nomeado para os Óscares.
Os seus outros livros foram coleções de estudos de caso de pessoas - incluindo dele próprio - com perturbações neurológicas. Publicou também centenas de artigos, tanto científicos como textos destinados ao grande público, sobre doenças neurológicas, história da ciência e história natural.
O The New York Times descreveu-o como o "poeta laureado da medicina contemporânea" e "um dos grandes escritores clínicos do século XX".
Algumas das suas obras foram adaptadas para peças de teatro por dramaturgos de renome, longas-metragens, curtas de animação, ópera, dança, artes plásticas e obras musicais de tradição clássica.
O seu livro O Homem Que Confundiu a Mulher com Um Chapéu, que relata casos clínicos de alguns dos seus pacientes, serviu de base a uma ópera com o mesmo nome. A série televisiva Mentes Brilhantes é inspirada na sua vida.
Médico e observador excecional da condição humana, Sacks nunca perdeu de vista o foco essencial da medicina: o ser humano sofredor, fragilizado e em luta.
Morreu a 30 de agosto de 2015.

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