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O Homem que Confundiu a Mulher com um Chapéu

E outros contos clínicos

de Oliver Sacks; Tradução: Maria Vasconcelos Moreira
Editor: Relógio D'Água, julho de 2026 ‧
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Em O Homem que Confundiu a Mulher com um Chapéu, Oliver Sacks, "um dos grandes escritores clínicos do século XX" (The New York Times), relata os casos de pacientes perdidos no mundo bizarro das perturbações neurológicas.

Trata-se de histórias de pessoas afectadas por alterações percetivas e intelectuais, que perderam a memória e, com ela, parte do passado, deixando de conseguir reconhecer pessoas e objetos comuns. Que sofrem de tiques violentos, fazem gestos involuntários ou gritam obscenidades sem controlo. De pessoas cujos membros se tornaram estranhos ao próprio corpo. E de outras que, consideradas incapazes, revelam talentos artísticos ou matemáticos quase sobrenaturais.

Por mais inconcebivelmente estranhas que sejam, são histórias que sobrevivem graças à escrita magnífica e profundamente compassiva de Oliver Sacks. São retratos de vidas que lutam contra adversidades inimagináveis e que nos fazem entrar no universo dos neurologicamente afetados, permitindo-nos imaginar como seria viver e sentir como eles.

O Homem que Confundiu a Mulher com um Chapéu

E outros contos clínicos

de Oliver Sacks; Tradução: Maria Vasconcelos Moreira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897837388
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: julho de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 233 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Psicologia
EAN: 9789897837388

SOBRE O AUTOR

Oliver Sacks

Oliver Sacks (9 de julho de 1933) foi um neurologista, historiador da ciência e escritor britânico. Nascido em Londres, Sacks licenciou-se em medicina em 1958 no The Queen's College, Oxford, antes de se mudar para os Estados Unidos, onde passou a maior parte da sua carreira. Fez o internato no Mount Zion Hospital, em São Francisco, e completou a especialização em neurologia e neuropatologia na University of California, em Los Angeles.
Mais tarde, exerceu funções como neurologista na unidade de cuidados continuados do Beth Abraham Hospital, no Bronx, onde trabalhou com um grupo de sobreviventes da epidemia de encefalite letárgica ("doença do sono") dos anos 1920, que permaneciam incapazes de se mover autonomamente durante décadas. O tratamento desses pacientes deu origem ao seu livro Despertares, publicado em 1973, posteriormente adaptado ao cinema em 1990, num filme protagonizado por Robin Williams e Robert De Niro que foi nomeado para os Óscares.
Os seus outros livros foram coleções de estudos de caso de pessoas - incluindo dele próprio - com perturbações neurológicas. Publicou também centenas de artigos, tanto científicos como textos destinados ao grande público, sobre doenças neurológicas, história da ciência e história natural.
O The New York Times descreveu-o como o "poeta laureado da medicina contemporânea" e "um dos grandes escritores clínicos do século XX".
Algumas das suas obras foram adaptadas para peças de teatro por dramaturgos de renome, longas-metragens, curtas de animação, ópera, dança, artes plásticas e obras musicais de tradição clássica.
O seu livro O Homem Que Confundiu a Mulher com Um Chapéu, que relata casos clínicos de alguns dos seus pacientes, serviu de base a uma ópera com o mesmo nome. A série televisiva Mentes Brilhantes é inspirada na sua vida.
Médico e observador excecional da condição humana, Sacks nunca perdeu de vista o foco essencial da medicina: o ser humano sofredor, fragilizado e em luta.
Morreu a 30 de agosto de 2015.

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