Alma

(10ª Edição)

de Manuel Alegre
Editor: Dom Quixote, abril de 2004 ‧
As memórias de infância. Os cheiros, as vozes, as emoções de um tempo em que o tempo não tem fim e o significado está presente nas mais pequenas coisas. Todas elas ficam sempre, como marcas na alma, princípios que norteiam a vida. A nostalgia dos lugares mágicos da infância.
De Alma, vila encantada onde convive tradição e subversão, melancolia e audácia, crendices, ideologia e futebol... Pela voz audaciosa de quem não receia dar-se a conhecer, chegam-nos ecos de um Portugal dividido entre a República e a Monarquia, um país que era, á época, o mundo de uma criança expectante e atenta.
De Alma (ou Águeda) partiu toda a sua vida.
Um testemunho autobiográfico que é também um documento histórico de um passado recente que muitos ignoram.

"Um grande livro de memórias. (...) Revisita tudo aquilo que faz da infância um mundo fantástico e inesquecível. Dificilmente encontraremos na literatura portuguesa dos últimos anos um livro com o talento, a simplicidade e a boa-disposição deste "Alma". Nele sentimos a melancolia do poeta e a mestria narrativa dos melhores prosadores (...). E depois há o humor natural, sem ser forçado..."
João Pedro George, (livros)

Alma

(10ª Edição)

de Manuel Alegre

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722026680
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: abril de 2004
Idioma: Português
Dimensões: 134 x 208 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 4
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722026680
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Manuel Alegre

Manuel Alegre nasceu a 12 de maio de 1936, em Águeda. Estudou em Lisboa, no Porto e na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi campeão de natação e ator do Teatro Universitário de Coimbra (TEUC).
Em 1961 é mobilizado para Angola. Preso pela PIDE, passa seis meses na Fortaleza de S. Paulo, em Luanda, onde escreve grande parte dos poemas do seu primeiro livro, Praça da Canção. Em outubro de 1964 é eleito membro do comité nacional da Frente Patriótica de Libertação Nacional e passa a trabalhar em Argel, na emissora Voz da Liberdade. Regressa a Portugal após o 25 de Abril de 1974.
Dirigente histórico do Partido Socialista desde 1974, foi vice-presidente da Assembleia da República, de 1995 a 2009, e membro do Conselho de Estado.
A sua vasta obra literária, que inclui o romance, o conto, o ensaio, mas sobretudo a poesia, tem sido amplamente difundida e aclamada. Foram-lhe atribuídos os mais distintos prémios literários: Grande Prémio de Poesia da APE-CTT, Prémio da Crítica Literária da AICL, Prémio Fernando Namora e Prémio Pessoa, em 1999. Ao seu livro de poemas Doze Naus foi atribuído o Prémio D. Dinis. Em 2014, recebeu o Prémio Amália da Fundação Amália Rodrigues e, em 2016, o Prémio Vida Literária da APE e o Prémio de Consagração de Carreira da SPA. No mesmo ano, foi atribuído o Grande Prémio de Literatura dst ao seu livro de poemas Bairro Ocidental. Em 2017, foi distinguido com o Prémio Camões e, em 2019, com o Prémio Vida e Obra da SPA. Em 2021, quando recebeu o Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa. Memórias Minhas recebeu o Grande Prémio de Literatura Biográfica Miguel Torga APE/CM de Coimbra.

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