Adriana Mater

de Amin Maalouf
Editor: Difel, abril de 2007 ‧
Num país em guerra, Adriana, uma jovem apaixonada, fica grávida depois de ser violada. A irmã procura convencê-la a não ficar com a criança. Adriana responde: «O filho é meu, não é do violador. Ele será parecido comigo!»

Mas ela não tem a certeza de nada. Durante anos, perguntar-se-á com angústia se Yonas, que tem o sangue da vítima e o sangue do carrasco, será Caim ou Abel.
Ao tornar-se adulto, o rapaz promete matar o seu progenitor. A mãe ficará a vê-lo partir sem tentar dissuadi-lo. Só no seu regresso ela lhe dirá: «Esse homem merecia morrer, mas tu, meu filho, não merecias matá-lo.»
Um texto magnífico.
Amin Maalouf é autor de importante obra romanesca. Adriana Mater é o seu segundo libreto de ópera, depois de O Amor de Longe.

A ópera Adriana Mater/i> foi composta, a partir deste libreto, por Kaija Saariaho, para uma criação estreada na Bastilha em 30 de Março de 2006, com encenação de Peter Sellars e direcção musical de Esa-Pekka Salonen: com Patricia Bardon (Adriana), Solveig Kringelborn (Refka), Stephen Milling (Tsargo) e Gordon Geitz (Yonas); cenário de George Tsypin, figurinos de Martin Pakledinaz e luzes de James F. Ingalls; orquestra e coro da Ópera Nacional de Paris.

Adriana Mater

de Amin Maalouf

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722908320
Editor: Difel
Data de Lançamento: abril de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 189 x 120 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Coleção: Pequenos Textos de Grandes Autores
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789722908320

SOBRE O AUTOR

Amin Maalouf

Amin Maalouf, nascido no Líbano, é jornalista e romancista. Venceu o Prix Maison de la Presse, o Prémio Goncourt, o Prémio Príncipe das Astúrias, o Prémio Calouste Gulbenkian e foi agraciado pela Ordem Nacional do Mérito francesa com o grau de Grande-Oficial. É membro da Academia Francesa desde 2011 e seu secretário vitalício desde 2022. Foi chefe de redação, e mais tarde, editor do Jeune Afrique. Durante doze anos, foi repórter, tendo realizado missões em mais de sessenta países.
A maior parte dos seus livros apresenta um cenário histórico e, à semelhança de Umberto Eco, Orhan Pamuk e Arturo Pérez-Reverte, Maalouf combina factos históricos fascinantes com fantasia e conceitos filosóficos. Numa entrevista, afirmou que o seu papel enquanto escritor consiste em criar «mitos positivos».
Escritas com a habilidade de um magnífico contador de histórias, as obras de Maalouf dão-nos uma visão apurada dos valores e comportamentos de diferentes culturas do Médio Oriente, de África e do mundo mediterrânico.

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