A Mulher Canhota

Livro 1

de Peter Handke
Editor: Difel, abril de 1987 ‧
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A Mulher Canhota, o mais conhecido dos livros de Peter Handke, foca um tema constante na obra deste autor: a crise do casal, o desfazer da ligação amorosa, o prazer e a dor dessa experiência de vazio e liberdade.
Neste caso é a mulher, Marianne, que dá o primeiro passo, subitamente, sem motivo aparente. Marianne, nas suas próprias palavras, não quer ser feliz, basta-lhe estar contente consigo própria. Não troca o marido por outro homem, mas por uma vida sua, liberta de qualquer dependência.
Ao contrário das personagens masculinas, que surgem mais fracas, mais sentimentais, as personagens femininas, são muito mais fortes e objectivas e fazem, com uma estranha e lacónica decisão, aquilo de que os homens apenas falam. Os homens querem sempre modificar-se a si próprios; as mulheres modificam as coisas, levando até às últimas consequências os seus actos e as suas vidas.

«Há um enorme silêncio nas narrativas de Handke. E também um sentido da pose: as personagens desenham-se, minuciosamente recortadas, contra o silêncio, a noite, a cidade longínqua.»
Expresso

A Mulher Canhota

de Peter Handke

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722901772
Editor: Difel
Data de Lançamento: abril de 1987
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Coleção: Pequenos Textos de Grandes Autores
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722901772
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Peter Handke

Prémio Nobel da Literatura 2019

Escritor austríaco, Peter Handke nasceu em Griffen, na Áustria, a 6 de dezembro de 1942. Passou aí a sua infância e também em Berlim Leste. Fez o liceu num seminário católico e, em 1961, ingressou no curso de Direito da Universidade de Graz. Durante os seus tempos de estudante, Handke frequentou o grupo de escritores «Forum Stadtpark» e publicou artigos na revista Manuskripte. Abandonou os estudos após a publicação do seu primeiro romance Die Hornissen, em 1965. Desde então tem dedicado a sua vida à escrita, destacando-se como dramaturgo, mas também como romancista, poeta, argumentista e realizador de cinema.
Foi o vencedor do Prémio Nobel de Literatura 2019.
Atualmente vive em Chaville, França.

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