A Mão e a Luva

de Machado de Assis

idioma: português do brasil
editor: Martin Claret, janeiro de 2013
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A mão e a luva é o segundo romance de Machado de Assis, publicado em 1874. A história tem como protagonista Guiomar, mulher forte e ambiciosa, a qual representa mais uma figura machadiana que irá por em cheque a hierarquização da mulher na sociedade. Em contraste a ela há as personagens masculinas; Estevão, apaixonado por Guiomar, é frágil e choroso, um reflexo do Romantismo ainda em voga naquele momento, e Luís Alves, um homem indiferente às causas do coração. Por meio do clássico narrador intruso, a história dialoga todo o tempo com o leitor, a fim de delinear um quadro de comportamentos pautados pelo orgulho e o amor.

A Mão e a Luva

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9788572329422
Editor: Martin Claret
Data de Lançamento: janeiro de 2013
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 116 x 183 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 164
Tipo de produto: Livro
Coleção: A Obra-Prima De Cada Autor
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788572329422
Machado de Assis

Machado de Assis é filho de pai mulato carioca e mãe açoriana. O escritor brasileiro nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e morreu em 1908. Autodidata e ambicioso, tornou-se um clássico da língua portuguesa. Os primeiros poemas foram publicados na imprensa, seguindo-se-lhes crónicas, contos, romances e ensaios críticos. O seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, foi publicado em 1864 e o seu primeiro romance, Ressurreição, em 1872. Iniciando a sua atividade literária em pleno Romantismo, tornou-se o autor mais importante da nova estética do Realismo e foi ainda contemporâneo do Parnasianismo e do Simbolismo. Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) corresponde à fase do Realismo psicológico, em que o autor vai mostrar a ambiguidade fundamental do ser humano, a incapacidade humana de conhecimento do real, substituindo-o, assim, por uma mistificação. Esta demonstração é muito mais subtil do que a análise dos meros mecanismos hereditários e sociais próprios do Naturalismo. Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacob (1904) e Memorial de Aires (1908), são as obras-primas deste período. Por elas perpassa uma trágica ironia a par com uma visão sem ilusões da sociedade urbana carioca.

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