A Mancha Humana

de Philip Roth
Editor: Dom Quixote, abril de 2004 ‧
Estamos em 1998, ano em que a América é lançada num furor libidinoso pelo processo de impugnação de um presidente e numa pequena cidade de Nova Inglaterra decorre o último ano da vida de Coleman Silk, um professor compulsivamente reformado, aviltado e viúvo e cujo trágico desmascaramento se desenrola contra o pano de fundo das revelações sobre Clinton. Este romance pungente, avassalador e completamente absorvente não tem paralelo em nada do que Philip Roth jamais escreveu: é um magnífico sucessor da "Pastoral Americana" e "Casei com um Comunista".

"A Mancha Humana é o último livro de uma trilogia que constitui um fresco absolutamente notável sobre a sociedade americana do pós-guerra. É, quanto a mim, o mais poderoso dos três livros (...) Aos 70 anos, Roth continua a exibir uma força e uma voracidade a escrever perfeitamente impressionantes."
Francisco Allen Gomes, In Mil Folhas (Público), 02 de Janeiro de 2005

"Roth escreveu o seu melhor romance depois dos 70 anos (...) O que Roth faz, melhor do que todos os outros depois de Saul Bellow, é tratar a fraqueza humana com o olhar compassivo e desapaixonado de quem atravessou aquele corredor silencioso onde se cruzam pela útlima vez e sexo e a morte (...) Um sopro de inteligência num mundo obtuso."
Clara Ferreira Alves, In Mil Folhas (Público), 02 de Janeiro de 2005

A Mancha Humana

de Philip Roth

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722025775
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: abril de 2004
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 233 x 26 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 380
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722025775
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Philip Roth

Philip Roth nasceu em Newark, Nova Jérsia, a 19 de março de 1933. Segundo filho de americanos de segunda geração, Beth e Herman Roth, Roth cresceu na comunidade predominantemente judia de Weequahic, bairro a que regressaria muitas vezes na sua escrita. Depois de concluir o ensino secundário na Weequahic High School em 1950, frequentou a Universidade Bucknell, na Pensilvânia, e a Universidade de Chicago, onde recebeu uma bolsa de estudos para concluir o seu mestrado em Literatura Inglesa.
Em 1959, Roth publicou Goodbye, Columbus – coletânea que reúne uma novela e cinco contos – obra pela qual recebeu o National Book Award. Dez anos depois, o seu quarto romance, O Complexo de Portnoy, proporcionou a Roth o êxito crítico e comercial, consolidando firmemente a sua reputação como um dos melhores jovens escritores da América. Roth é autor de trinta e um livros, incluindo aqueles que acompanharam os destinos de Nathan Zuckerman e de um narrador imaginário chamado Philip Roth, através dos quais explorou, dando-lhes voz, as complexidades da experiência americana nos séculos XX e XXI.
O duradouro contributo de Roth para a literatura foi amplamente reconhecido ao longo da sua vida, tanto nos Estados Unidos como no estrangeiro. Entre outros galardões, recebeu o Prémio Pulitzer, o International Man Booker Prize, foi por duas vezes o vencedor do National Book Critics Circle Award e do National Book Award, e foi distinguido com a Medalha Nacional das Artes e com a Medalha Nacional de Humanidades pelos Presidentes Clinton e Obama, respetivamente.
Philip Roth morreu a 22 de maio de 2018, com oitenta e cinco anos, tendo cessado seis anos antes a sua carreira de escritor.

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