A Liberdade de Pátio
SINOPSE
Um homem é incumbido de transportar uma estranha caixa contendo uma cabeça. Um excelso professor vê-se condenado a passar o resto dos seus dias numa prisão deveras invulgar. A história por detrás da internacionalização de uma das maravilhas culinárias de Portugal. Quatro professores reformados que o destino uniu num jardim municipal decidem aliar as suas bibliotecas. Um frequentador assíduo do metro calha em faltar com a sua palavra, despertando a indignação de um dos funcionários. Um comandante da Marinha incapaz de aceitar um não. As memórias da iniciação sexual de um jovem, num tempo em que os tios tomavam a seu cargo essa tarefa. Sete contos. Sete histórias que representam a multiplicidade de registos na escrita inigualável de Mário de Carvalho.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
A liberdade de pátio é composto por sete contos carregados de ironia, barroco, insinuações, dissimulação e até melancolia.
Francisco José Viegas
Mário de Carvalho é um excelente observador da realidade portuguesa e um contador estimulante das histórias que fazem o dia a dia de muitos de nós. Neste livro deixa-nos sete histórias diferentes que acabam por ser viagens certeiras e irónicas ao mundo e a todos os que por aqui vão tentando sobreviver.
Jornal de Negócios
Um irónico e por vezes divertido olhar sobre a sociedade em que vivemos. Cheio de metáforas e entrelinhas.
Jornal de Letras
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-0-04612-3 |
| Editor: | Porto Editora |
| Data de Lançamento: | setembro de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 142 x 210 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 104 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Obras de Mário de Carvalho |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Contos
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| EAN: | 978972004612311 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Mário de Carvalho nunca desilude
Rita Oliveira
Há anos, muitos anos, que não lia um livro de Mário de Carvalho. Não porque não goste, mas porque outras coisas foram aparecendo pelo caminho. Este é um livro de contos, quase todos um pouco surreais, com finais abertos ou totalmente surpreendentes, que se leem num ápice (não tenho memória da última vez que li um livro em menos de um dia...). Um funcionário do metro que é capaz de tudo para tentar que alguém cumpra a sua palavra. Uma alternativa aos pastéis de nata como internacionalização da gastronomia portuguesa. Quatro idosos que decidem juntar as bibliotecas das suas vidas sem fazerem ideia do que um dia será feito delas. E mais quatro histórias de que não falo sob pena de as estragar. E grande capa, também, que infelizmente não consegui descobrir na ficha técnica de quem é.
A ler!
Emanuel Guerreiro
Eis a nona colectânea de contos publicada por Mário de Carvalho, revelando, mais uma vez e como sempre, o domínio da língua portuguesa e a capacidade inventiva e criativa que já dera provas em Contos da Sétima Esfera, Casos do Beco das Sardinheiras ou Contos Vagabundos, por exemplo. Agrupados e divididos em três conjuntos («Névoas», «Esgares» e «Vincos»), destaco as narrativas «A liberdade de pátio» e «Os caminhos do sucesso»: no primeiro, um prisioneiro é tratado reverencialmente, sem que nenhum dos seus pedidos seja atendido; o segundo apresenta um português que vence na Inglaterra com uma sopa típica nacional, exportando-a aos pacotes, e revelando-se a inveja e mesquinhez tão portuguesa dos que ficam aqui sentados a falar da acção dos outros lá fora.
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Prantos, amores e outros desvarios10%Porto Editora15,50€ 10% CARTÃO
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