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A Doida do Candal

de Camilo Castelo Branco
Editor: Opera Omnia, outubro de 2025 ‧
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A Doida do Candal
**Camilo Castelo Branco**

Com sucesso junto da crítica e do público, o romance A Doida do Candal conheceu a sua 1.ª e 2.ª edições em 1867 e uma 3.ª edição ainda em vida de Camilo, em 1888.

No centro do relato destaca-se **Marcos Freire Pamplona**, figura típica do herói romântico — jovem e valente, revolucionário e liberal —, descendente da linhagem heroica do general **Gomes Freire de Andrade**, mártir da liberdade e "primeiro nome do martirológio da Luz nova".

Rebelde, para escândalo social e enorme desgosto paterno, o jovem fidalgo Marcos Freire mantinha uma relação amorosa há mais de três anos com **Maria de Nazaré**, a "perdida", jovem de origem modesta, "da classe média, filha de mercadores abastados".

A Doida do Candal

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899192218
Editor: Opera Omnia
Data de Lançamento: outubro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 234 x 153 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899192218

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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