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A Correspondência de Fradique Mendes

Livro de Bolso

de Eça de Queiroz
Editor: Biblioteca Editores Independentes / Documenta, abril de 2009 ‧
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Em A Correspondência de Fradique Mendes, Eça de Queirós cria uma das suas personagens mais cosmopolitas, que exprime as ideias e também as ilusões da vanguarda cultural portuguesa da época.

A Correspondência de Fradique Mendes

Livro de Bolso

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898231093
Editor: Biblioteca Editores Independentes / Documenta
Data de Lançamento: abril de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 120 x 195 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898231093

A mais elegante das personagens de Oitocentos

José Vieira

Carlos Fradique Mendes é o produto acabado da civilização europeia do século XIX, sendo um homem superiormente culto, elegante e viajado, preparado, então, para triunfar na vida é na arte. Neste livro, Eça de Queirós levante ainda aquilo que será um esboço de um heteroóimo

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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