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A Arte de Caçar Destinos

de Alberto S. Santos
Livro eBook
Editor: Porto Editora, julho de 2017 ‧
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Sete inquietantes histórias inspiradas no imaginário da tradição portuguesa.
O sete significa a perfeição e a abertura ao desconhecido. Os olhos de Deus e as cabeças do Diabo. É este o místico número de histórias narradas em A Arte de Caçar Destinos, onde vidas normais são perturbadas pelo inexplicável e sobrenatural.
Alberto S. Santos capta neste livro a essência da alma portuguesa que se preserva na tradição oral, nas festas dos ciclos agrários, nas práticas mágico-religiosas, onde o sagrado e o profano se unem para a salvação das almas.
Entre de mansinho neste sedutor jogo de sombras, maldições ancestrais, poções mágicas, vidas interrompidas e caçadores de fados, e descubra o seu próprio destino. Nem sempre a vida é o que parece. Nem sempre está completamente nas nossas mãos.
Com Prefácio de Fernando Alves e Posfácio de Germano Silva

Alberto S. Santos faz reviver, não apenas a História, mas também tradições, crenças e costumes que o tempo, impiedosamente, tenta apagar. Ele sabe, como poucos, usar as palavras.

Germano Silva

Alberto S. Santos é uma espécie de Aladino contemporâneo, revelando neste livro o esconso da alma humana.

Fernando Alves, Jornalista da TSF

A Arte de Caçar Destinos

de Alberto S. Santos

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04033-6
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: julho de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 210 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 978972004033610
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

A sina

Eduarda Bandeira

A sina é a explicação para tudo o que não tem explicação e a história popular está repleta de episódios deste mundo que se funde com o outro, ou com os outros, que cada imaginário tem direito ao seu próprio mundo. Aqui e agora vive-se de outra maneira, mas a cultura popular é o que nos distingue da outra gente, e é tão bom reconhecer que há este bocadinho de nós que é assim.

Livro de contos curioso

Andreia M.

O livro é interessante embora gostasse que o autor tivesse indicado exatamente o que era imaginado por ele e o que fazia parte de alguma lenda ou facto histórico.

Histórias, tradições, crenças e costumes que o tempo, impiedosamente, tenta apagar

Marina Sousa

Contos engraçados que se focam na mitologia local, com um alto teor sobrenatural, contudo sempre com uma mensagem moral

Fascinante

Leonor Colaço

Um livro de contos, baseados numa realidade portuguesa já por muitos esquecida, capaz de transportar o leitor para o mundo dos mitos e do sobrenatural.

Pelo não esquecimento da história do povo - excelente

AFerreira

Um registo aparentemente diferente do último romance, contudo a narrativa apoiada na redescoberta dos antigos mitos e crenças profanas, pagãs, celtas, etc faz-nos reviver a genuinidade do nosso povo, a identidade que não deve ser esquecida no fulgor das grandes cidades e da correria do dia-a-dia. Durante a leitura o ritmo abranda e vivemos um pouco como antes, como no interior profundo ainda hoje do nosso país. Excelente

Diferente

marta amaral da rocha

Diferente do que nos tem habituado, mas igualmente apaixonante e cativante. A cada novo início, a ansiedade de descobrir o que alguns pedaços de interpretação histórica nos reservam. Sim, porque a "história" continua presente. Gostei muito.

SOBRE O AUTOR

Alberto S. Santos

Alberto S. Santos é escritor, advogado e conferencista. Licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa, desenvolveu uma carreira multifacetada, conciliando a atividade jurídica, a intervenção pública e a criação literária. A sua obra encontra-se traduzida para várias línguas. Apaixonado pelos factos inesperados da História, afirmou-se no domínio da ficção histórica, criando narrativas a partir de acontecimentos reais marcantes, mas pouco conhecidos do grande público. É autor dos romances bestsellers A Escrava de Córdova (2008), A Profecia de Istambul (2010), O Segredo de Compostela (2013), Para lá de Bagdad (2016), Amantes de Buenos Aires (2019), A Senhora das Índias (2024) e As Rosas de Barbacena (2026). É também autor da coletânea de histórias A Arte de Caçar Destinos (2017) e participou na série de contos de autores lusófonos Roça Língua (2014). Paralelamente à escrita, esteve ligado à criação e curadoria do Festival Literário Escritaria e à Rota do Românico.

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