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A Escrava de Córdova

de Alberto S. Santos

Livro eBook
editor: Porto Editora, maio de 2008
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA i
Conseguirá o amor vencer as barreiras da religião?

A Escrava de Córdova segue a vida de Ouroana, uma jovem cristã em demanda pela liberdade e pelo seu lugar especial no mundo. Confrontada com as adversidades do tempo em que lhe foi concedido viver, e em nome do coração, a jovem terá de questionar a educação, as convicções e a fé que sempre orientaram a sua existência. Será, por entre a efervescência das mesquitas e o recato das igrejas graníticas da sua terra, que a revelação por que tanto almeja a iluminará.

Uma história inolvidável de busca de felicidade que tem lugar nos séculos X-XI, numa época pouco tratada pela Historiografia oficial e mesmo pela ficção romanceada. Um pretexto para uma brilhante explicação sobre o caldo cultural e civilizacional celto-muçulmano dos atuais povos peninsulares e uma profunda explanação sobre as origens, fundamentos e consequências da conflituosidade étnico-religiosa que hoje, tal como no distante ano 1000, ainda grassa no mundo.

Alberto S. Santos, com rigor histórico e descrições impressivas, revela-nos a mentalidade, a geografia, o quotidiano urbano, as conceções religiosas, a fremente História do dobrar do primeiro milénio, e, sobretudo, a intensidade com que se vivia na terra onde, mais tarde, nasceram Espanha e Portugal. Dá-nos ainda a conhecer o ângulo mais brilhante, mas também o mais duro e cruel, da civilização muçulmana do al-Andalus.

Prefaciado por José Rodrigues dos Santos e com revisão científica do arabista Rui Santos e do escritor Adalberto Alves, especialista em cultura árabe.

… reconfortante, para quantos sentem o fascínio da Idade Média, tempo de luz e de espiritualidade, que não de trevas, como vulgarmente se diz, ver surgir mais um autor português que, com talento, contribui para resgatar do olvido a época de ouro que foi, no nosso território, a do Gharb al-Andalus.

Adalberto Alves, escritor, jurista e conferencista

Lê-se com prazer e permanente curiosidade e ultrapassa, por essa mensagem, o vulgar romance histórico.

Urbano Tavares Rodrigues

Tese eficaz e arrojada, onde creio que pensadores e filósofos vão passar boa parte do século XXI, um dos claros pontos de sucesso do romance.

Pedro Sena-Lino, escritor e crítico literário

Diariamente chegam-me às mãos dezenas de manuscritos de autores emergentes que procuram conhecer a minha opinião sobre o seu trabalho. Nenhum me surpreendeu tanto como A Escrava de Córdova.

José Rodrigues dos Santos, escritor e jornalista

Reflexão poderosa, acutilante e pertinente da necessidade de diálogo entre as várias cosmovisões (do mundo).

Rádio Universitária do Minho

Uma primeira obra cheia de pujança ficcional e literária, tecida com um apurado e sentido gosto estéticos.

Rádio Universitária do Minho

Grande romance.

Rádio Universitária do Minho

O primeiro romance do Presidente da Câmara de Penafiel conta (...) o quotidiano, a geografia e mentalidade da civilização celto-muçulmana.

Revista LER

Uma história (...) sobre o caldo cultural e civilizacional fundador dos actuais povos peninsulares e uma profunda explanação sobre a conflituosidade étnica e religiosa.

Revista Os Meus Livros

Uma teia ficcional muito interessante, carregada de cenas emocionantes, de magia medieval e mitos antigos, bem como de explicações eruditas. Lê-se com prazer e permanente curiosidade e ultrapassa, por essa mensagem, o vulgar romance histórico.

Urbano Tavares Rodrigues

Notável e intelectualmente irrepreensível.

Expresso

Ler este romance fez-me lembrar Amin Maalouf e O Périplo de Baldassare. Aqui vemos o mesmo gosto pelo detalhe e pelo pitoresco, num livro escrito com tanta alma que nos faz desejar ler sempre a próxima página.

José Rodrigues dos Santos, escritor e jornalista

A Escrava de Córdova apresenta uma sólida documentação histórica, aliada a uma intriga interessante e bem modelada, quer ao nÌvel das personagens, quer ao nÌvel das descrições e da reconstituição dos ambientes.

Maria de Fátima Marinho, Professora Catedrática

A Escrava de Córdova tem como tese a convivência entre muçulmanos e cristãos (e também judeus), propondo a ideia de um Deus único que se manifesta culturalmente de formas diferentes.

Pedro Sena-Lino, escritor e crítico literário

A Escrava de Córdova

de Alberto S. Santos

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04166-1
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: maio de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 30 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 472
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972004166118
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
e e e e e

O que dizer?

Rui Miguel Gonçalves

Excelente!

e e e e e

Há mil anos atrás

Eduarda Bandeira

Colocar uma história na Idade das Trevas dá a possibilidade de imaginar o que se quiser (não há provas de que não foi assim), mas produzir um argumento credível exige muita pesquisa e muito discernimento entre o que pode entrar na história e o que tem de ser deixado de lado. Neste caso, temos um conteúdo coerente, envolvente, muito bem escrito. A conjugação da documentação histórica com a arte literária resulta e somos nós, leitores, quando imergimos nesse universo, os beneficiados. Não costumo ler romances históricos mas, para mim, é o segundo livro deste autor. Vou ler mais. Mas: não sinto empatia nenhuma com as capas, aliás, acho que foi por elas que demorei tanto tempo a ler Alberto S. Santos.

e e e e e

Excelente

Jorge

Adoro romances históricos, e este surpreendeu-me.

e e e e e

Leitura deliciosa

Marina Sousa

Um livro com muitas histórias sobre a nossa terra, durante o séc X.

e e e e E

Cativante

Beatriz Pedrosa

Foi a 1º vez que li uma obra deste escritor, e superou as minhas expectativas, como boa amante de história que sou, fiquei a conhecer melhor a cultura da época. É de certeza um autor que recomendo!

e e e e E

Aliciante

José Nogueira Pinto

Prefaciada pelo José Rodrigues dos Santos esta obra tinha tudo para ser uma aliciante leitura. Sem dúvida alguma que o foi. Excelente narrativa num romance histórico muito bem escrito. No final ainda se fica com saudades da Ouroana. Parabéns ao autor, ficou com mais um admirador.

e e e e e

O cheiro da História

Lara Félix Melo

A descrição pormenorizada leva-nos a percorrer as ruas dum Andaluz cheio de cor e cheiros. Conseguimos tocar um bocadinho da História pelas mãos de Ouroana. Deliciosamente escrito. Recomendo!

e e e e E

Para Jovens Leitores

Rui Filipe Monteiro Soares

Eis uma obra que recomendo aos jovens para "aprender o passado e a saber viver o futuro"

e e e e e

Excelente!

Maria de Fátima Alvarez de Oliveira

Um belíssimo tratado de história, acompanhado de um romance empolgante. A descrição, apesar de exaustiva, torna-se eficaz. Poucos foramos livros que me fizeram entrar na própria história. Este fê-lo, sem dúvida, pois não o tratei como um simples livro, mas como parte vivida dia-a-dia. Recomendo a sua leitura a quem procura saber as origens deste cantigo à beira mar plantado e a quem, como eu, acredita que a religião, seja ela qual for, tem as mesmas bases.

e e e e E

Boa leitura!

Maria José Costa Rocha

É sem dúvida um livro que vale a pena ler, aconselho viamente. Por vezes pode tornar-se cansativo, dado a descrição, mas só assim conseguimos perceber melhor tudo o que se passou e as diferenças que existiam entre cristão e muçulmanos na dobragem do primeiro milénio. Os muçulmanos eram sem dúvida, muito mais avançados que os cristãos! Para quem não estiver muito interessado na parte histórica deste romance, pode sempre procurar mais pela história apaixonante de Ouroana, uma rapariga cristã, que vai parar ao mundo muçulmano... Recomendo! Boas leituras

Alberto S. Santos

Alberto S. Santos é autor, advogado e conferencista. Apaixonado pelos factos inesperados da História, afirmou-se na ficção histórica criada a partir de marcantes acontecimentos reais, mas pouco conhecidos do grande público. Publicou os romances bestsellers A Escrava de Córdova (2008), A Profecia de Istambul (2010), O Segredo de Compostela (2013), Para lá de Bagdad (2016) e Amantes de Buenos Aires (2019). É também autor da coletânea de histórias A Arte de Caçar Destinos (2017) e participa na série de contos de autores lusófonos Roça Língua (2014). Está ainda ligado à criação e curadoria do Festival Literário “Escritaria” e à comissão científica da “Rota do Românico”.

(ver mais)
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