1984

de George Orwell
Editor: Relógio D'Água, Janeiro de 2021 ‧
Orwell e o seu Mil Novecentos e Oitenta e Quatro entraram na casa do cidadão e no mundo dos Estados, e não saíram de lá. Nada é não-político, e foi esta pontaria no diagnóstico que tornou mítico este livro. (…) O que Orwell mostrou e previu foi este estado de permanente vigilância: o cidadão que vigia um outro — em perseguições individuais em redes sociais — e a vigilância feita por empresas ou Estados cumprem um programa que muitos pensadores previram e que Orwell conseguiu narrar.
[Do Prefácio de Gonçalo M. Tavares]

1984

de George Orwell

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897830983
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 232 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897830983

Um clássico

Ana BC

George Orwell, um visionário. Apesar do tempo decorrido desde a sua primeira edição em 1949, mantém-se, mais do que nunca actual. A tentação totalitária e libertária que visa a manipulação e controle das massas, a privação da individualidade, o delito de pensamento, a novilíngua, a ausência de privacidade. Talvez tenha sido por isso que o Autor o intitulou 1984, ano do centenário da fundação da Fabian Society.

SOBRE O AUTOR

George Orwell

George Orwell, pseudónimo do escritor Eric Arthur Blair, nasceu na cidade de Motihari, na então Índia britânica, a 25 de junho de 1903, tendo-se mudado para Inglaterra com a família, ainda durante a infância. Escritor e jornalista, Orwell é uma das mais influentes figuras da literatura do século xx. Defensor incondicional da liberdade humana e acérrimo opositor do totalitarismo, inscreve-se no panorama literário com as obras Dias Birmaneses (1934) e Homenagem à Catalunha (1938). Mas será, sem dúvida, com Quinta dos Animais (1945) e Mil Novecentos e Oitenta e Quatro (1949), duas narrativas com uma atualidade assombrosa, que o autor alcança o reconhecimento internacional. Morreu de tuberculose, em Londres, a 21 de janeiro de 1950.

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