10% de desconto

Poesias - Heterónimos eBook

de Fernando Pessoa
Editor: Porto Editora, maio de 2012 ‧
6,99€
10% DESCONTO CARTÃO
DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Torno-me eles e não eu - é deste modo que Pessoa reconhece a sua personalidade múltipla. A par desta personalidade, a sua escrita caracteriza-se pela pluralidade e diversidade; é uma escrita de inúmeros rostos e temas diferentes, de "outros eus", a quem o poeta atribui uma personalidade e vida próprias.

Os heterónimos Alberto Caeiro, o mestre, Ricardo Reis e Álvaro de Campos são os rostos, as máscaras mais conhecidas desse universo dramático pessoano: um inocente guardador de rebanhos, um sereno pensador clássico e um efusivo engenheiro da era moderna. Cada um tem uma voz distinta, mas em todos ecoa a voz de Pessoa, ele mesmo.

Poesias - Heterónimos

de Fernando Pessoa

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-68050-1
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: maio de 2012
Idioma: Português
Páginas: 208
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Clássicos Porto Editora
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Poesia

Um clássico

Sandra

Faz parte do todo e espelha bem a complexidade da obra Pessoana.

Admirável

Paula Susana

Pluralidade e diversidade! Pessoa nos seus "outros eus" do seu universo dramático. Cada um dos heterónimos tem uma voz, mas em todas estão os sentimentos de Pessoa.

Surpreendente!

TJ

Fernando Pessoa surpreende, pela qualidade do texto bem e até pela capacidade de o moldar pelas diferentes personagens que cria (ou heterónimos). Desde Alberto Caeiro (o mestre sensasionista), até Álvaro de Campos (o filho indisciplinado da sensação) Fernando Pessoa consegue criar textos que diferem desde os temas abordados, até mesmo à forma como escreve, é efetivamente impressionante.

Intemporal!

Hugo Alexandre

Uma espetacular compilação de alguns dos emblemáticos poemas deste extraordinário poeta. Intemporal!

SOBRE O AUTOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU