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A Ilustre Casa de Ramires eBook

de Eça de Queiroz
Livro eBook
Editor: Livros do Brasil, novembro de 2015 ‧
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Em A Ilustre Casa de Ramires, Eça de Queiroz descreveu, com ironia cintilante, o ambiente de uma pequena cidade provinciana no Portugal de 1900. Contemporâneo de A Cidade e as Serras, A Ilustre Casa de Ramires apresenta forte contraste pela diversidade dos tipos e da atmosfera.

Esta é uma obra de referência indicada nas Metas Curriculares de Português para o Ensino Secundário (11.º ano).

A Ilustre Casa de Ramires

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-38-2943-3
Editor: Livros do Brasil
Data de Lançamento: novembro de 2015
Idioma: Português
Páginas: 392
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Obras de Eça de Queiroz
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Património histórico

Bruna Dos Santos Costa

Eça descreve a decadência de uma nobreza portuguesa que nunca foi dada à conservação do seu património. Um tema fascinante para quem não sabe muito de história possa através de um romance perceber o estado atual do património histórico.

O FIDALGO DA TORRE

Nogueira Pinto

Uma ironia brilhante retratada nesta magnífica leitura. A páginas tantas é referida a pujança heroica que prova raça, a raça mais forte do que promete a força humana, como diz Camões. Só um cuidado me pesa, passeando num luminoso rolo de imaginações, o forte choque pela diversidade dos tipos e do ambiente. De resto, se o fidalgo Gonçalo fizesse a esmola de uma palavra, uma pena de aço acrescentaria a um elmo dourado àquele fidalgo. Muito belo, verdadeiros homens, os que viviem deliciosas plenitudes de vida, modelando com as suas mãos incansadas forma sempre mais belas ou mais justas da humanidade. Aconselhável, pois, sem dúvida.

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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