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Vinte e Zinco

de Mia Couto
Editor: Editorial Caminho, abril de 2014 ‧
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Numa pequena cidade do Moçambique colonial a violência sustenta um mundo dividido - o dos naturais, em baixo, e, sobre ele, o peso do opressor. De súbito, lá longe, na capital do Império, a terra treme, o pilar da sustentação abate-se.

Vinte e Zinco foi publicado pela primeira vez em Portugal, em 1999, no âmbito das comemorações dos 25 anos do 25 de Abril.

«Vinte e cinco é para vocês que vivem em bairros de cimento
para nós, negros pobres que vivemos
na madeira e zinco, o nosso dia
ainda está para vir.»

Vinte e Zinco

de Mia Couto

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722126823
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: abril de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 212 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 120
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722126823

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Para quem gosta de Mia Couto este livro não nos surpreende, porque é mais um livro em que ele mantém o mesmo registo fantástico, as mesmas palavras tocantes, que não queremos que mude nunca. Brilhante como sempre e espero que para sempre

SOBRE O AUTOR

Mia Couto

Mia Couto nasceu na Beira, Moçambique, em 1955. Foi jornalista e professor, e é, atualmente, biólogo e escritor. Está traduzido em diversas línguas.
Entre outros prémios e distinções (de que se destaca a nomeação, por um júri criado para o efeito pela Feira Internacional do Livro do Zimbabwe, de Terra Sonâmbula como um dos doze melhores livros africanos do século XX), foi galardoado, pelo conjunto da sua já vasta obra, com o Prémio Vergílio Ferreira 1999 e com o Prémio União Latina de Literaturas Românicas 2007. Ainda em 2007 Mia foi distinguido com o Prémio Passo Fundo Zaffari & Bourbon de Literatura pelo seu romance O Outro Pé da Sereia. Jesusalém foi considerado um dos 20 livros de ficção mais importantes da «rentrée» literária francesa por um júri da estação radiofónica France Culture e da revista Télérama. Em 2011 venceu o Prémio Eduardo Lourenço, que se destina a premiar o forte contributo de Mia Couto para o desenvolvimento da língua portuguesa. Em 2013 foi galardoado com o Prémio Camões e com o prémio norte-americano Neustadt. Em 2015 foi finalista do The Man Booker Prize.
O seu livro Compêndio para Desenterrar Nuvens ganhou o Grande Prémio do Conto Branquinho da Fonseca APE | Câmara Municipal de Cascais | Fundação D. Luís I, 2023.
Já em 2024 obteve o Prémio Feira Internacional do Livro de Guadalajara (México).

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