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Ver no Escuro

de Cláudia R. Sampaio
Editor: Tinta da China, março de 2016 ‧
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Novo título da colecção de Pedro Mexia. Uma das vozes mais promissoras e desconcertantes da nova poesia portuguesa.

Ver no Escuro

de Cláudia R. Sampaio

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896713034
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: março de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 200 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 84
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896713034

Grande revelação poética.

Maria Jorge Vilela

A Cláudia R. Sampaio irá ficar no cânone com toda a certeza.

Ver no escuro

João

Comprei este livro por curiosidade, após ter lido alguns poemas da autora, e ainda bem que o fiz. Aconselho vivamente a quem aprecie a boa poesia confessional. Alguns excertos fizeram-me lembrar Rosa Alice Branco, outros Alice Vieira, talvez um pouco de Maria do Rosário Pedreira também. Todas elas brilhantes.

No posto avançado da poesia portuguesa

Emanuel Silva

Continua a confirmar-se o avançar da poesia portuguesa, a cada livro como este Ver no Escuro, a cada poeta que finca as unhas no posto avançado da poesia portuguesa, dando mais um passo, levando-a mais um pouco adiante. O título interpreta-se de muitas formas, mas para mim é o título apropriado a mais um farol, iluminando fugaz mas audaciosamente o futuro da poesia portuguesa.

SOBRE O AUTOR

Cláudia R. Sampaio

Cláudia R. Sampaio nasceu em Lisboa, em 1981. É poeta e artista plástica. Estudou Escrita de Argumento, na Escola Superior de Teatro e Cinema, e escreveu para cinema, televisão e teatro. Publicou os livros de poesia Os Dias da Corja, A Primeira Urina da Manhã, Ver no Escuro, 1025 mg, Outro Nome para a Solidão, Já Não Me Deito em Pose de Morrer e Uma Mulher Aparentemente Viva. Está também publicada no Brasil com a trilogia Inteira Como Um Coice do Universo (Edições Macondo). Tem desenvolvido, em parceria, trabalhos musicais a partir dos seus poemas e já fez parte de vários grupos como diseure. Em 2019, juntou-se ao coletivo de arte Manicómio, no qual trabalha como artista e como membro da equipa de produção. No âmbito deste projeto, integrou, em janeiro de 2020, a primeira delegação portuguesa a ser convidada pela Outsider Art Fair — a maior feira de arte informal do mundo, em Nova Iorque — para expor a sua obra. Em 2024, foi uma das artistas da exposição Procissão: Louvar e Santificar, no Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), e a sua obra está representada em inúmeras coleções privadas. Vive em Lisboa, com as suas gatas Polly Jean e Pandora.

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