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Um Auto de Gil Vicente

de Almeida Garrett
Editor: Porto Editora, Janeiro de 2011 ‧
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Nesta obra perpassam figuras da época como André de Resende, Bernardim Ribeiro, Paula Vicente e o pai, o qual preparou o texto dramático que foi representado para festejar o casamento da princesa D. Beatriz, filha de D. Manuel I.
A crítica elogiou a obra: "Felizmente um drama original português, engenhosa produção de um talento, que assaz avultava já na nossa literatura, veio trazer-nos a aurora da verdadeira restauração do teatro português, e marcar uma época na nossa história dramática".
A peça não dá relevo à intensidade emotiva das personagens mais em foco: Paula Vicente amando em vão Bernardim, este a viver um forte conflito sentimental pois ama a princesa que vai casar com Carlos de Saboia e D. Beatriz, obrigada a unir o seu destino a um homem que não conhece, amando apaixonadamente o poeta das "Saudades".

Lilaz Carriço, in Literatura Prática II, pp. 22-23; Porto Editora, 1990

Um Auto de Gil Vicente

de Almeida Garrett

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04970-4
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: Janeiro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 199 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos Porto Editora
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972004970411
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Muito Bom!

Rita Cordeiro

Esta edição, pequena e prática, traz-nos uma das peças estudadas no programa de português, da autoria de Almeida Garrett, o qual veio reavivar o teatro português. De leitura fácil e divertida, retrata a representação de um auto de Gil Vicente na corte de D. Manuel, num português acessível aos dias de hoje.

SOBRE O AUTOR

Almeida Garrett

Nascido no Porto, a 4 de fevereiro de 1799, João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett foi um dos escritores mais completos no panorama das letras portuguesas. Formado em Leis pela Universidade de Coimbra, apoia, no último ano do curso, a causa da revolução liberal de 1820, exilando-se consequentemente em Inglaterra e França. Neste seu afastamento, publica os dois títulos fundadores do Romantismo português: Camões (1825) e D. Branca (1826). No entanto, é depois do regresso definitivo a Portugal, em 1836, que se mostra mais profícuo, escrevendo um conjunto de obras, das quais se destacam a peça trágica Frei Luís de Sousa (1843), as inclassificáveis Viagens na Minha Terra (1846), ou os ousados versos de Folhas Caídas (1853). Aliado ao escritor está ainda Garrett, o homem cívico, que contribui para a redação da Constituição de 1838, funda o Conservatório de Arte Dramática e encabeça o projeto de edificação do Teatro Nacional D. Maria II. Almeida Garrett morre em Lisboa, a 9 de dezembro de 1854.

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