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The Social Contract

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: inglês
Editor: WORDSWORTH EDITIONS LTD, março de 1998 ‧
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In this translated classic, Rousseau argues for the preservation of individual freedom in political society. He says that we can only be free under the law by voluntarily embracing that law as our own. Hence, being free in society requires each of us to subjugate all our desires to the collective good, the general will.

The Social Contract

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9781853267819
Editor: WORDSWORTH EDITIONS LTD
Data de Lançamento: março de 1998
Idioma: Inglês
Dimensões: 127 x 197 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Coleção: Classics Of World Literature
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Outras Formas Literárias
Livros em Inglês > Literatura > Ensaios
Livros em Inglês > Literatura > Epístolas e Cartas
EAN: 9781853267819

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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